Volante de clube da Série B pega um ano de suspensão 'por ser brocha'

O CRB solicitou recurso voluntário ao Pleno para reduzir a pena do volante, que foi pego no jogo contra o Vasco

por Agência Futebol Interior

Maceió, AL, 25 (AFI) – A vida do volante Olívio, do CRB, não está fácil. Essa semana ele foi julgado no Supremo Tribunal de Justiça Desportiva e pegou um ano de suspensão por doping. Se não bastasse, o médico do clube, Gilson Heleno Barbosa Silva veio a público nesta sexta-feira para explicar o resultado do teste, mas não ajudou: o jogador vinha com ‘problemas de ereção’ e por isso passou uma pomada a base de testosterona no ‘amigão’ para ajudar.

“O Olívio alegou que estava com disfunção erétil. Ele está no segundo casamento, querendo atender os anseios da esposa, querendo ter um filho e, com essas dificuldades, ele recorreu a um especialista, indicado por mim. O creme à base de testosterona foi passado para melhorar a libido dele. O uso foi suspenso pelo atleta, porque não deu o resultado esperado”, comentou o médico ao Globo Esporte.com.
Olívio, do CRB, pega um ano de suspensão no STJD por problemas de ereção
Olívio, do CRB, pega um ano de suspensão no STJD por problemas de ereção

O CRB solicitou recurso voluntário ao Pleno para reduzir a pena do volante, que foi pego no jogo contra o Vasco, dia 11 de maio, pela Copa do Brasil. De acordo com Gilson ocorreu um erro de comunicação entre os departamentos médico e jurídico, o que ocasionou a pena do jogador. Primeiro ele foi suspenso provisoriamente por 30 dias e agora o STJD completou a pena.

“Olívio procurou o médico do clube. O médico disse para ele procurar um especialista. Lá, foi realizado um exame no atleta que constatou níveis baixos de testosterona. Foi receitado um gel base de testosterona. Só que, além de não ter dado o resultado esperado, o atleta não se sentiu satisfeito e interrompeu o uso. É importante frisar que ele comunicou ao departamento médico que estava usando o remédio. Infelizmente houve um equívoco e o departamento jurídico não foi informado”, completou o advogado do caso, Osvaldo Sestário, também ao GE.