Cacá aproveita chance no Cruzeiro, é eleito melhor em campo e ganha relógio

O curioso foi o zagueiro Cacá, de 19 anos, que fez sua estreia no time profissional e já levou um relógio para casa

por Agência Futebol Interior

Rio de Janeiro, RJ, 14 (AFI) - Os jogadores do Cruzeiro, mesmo considerados reservas, também pareciam focados na decisão da Copa do Brasil diante do Corinthians, na próxima quarta-feira em Itaquera, sem se importar para a derrota diante do Vasco, por 2 a 0, em São Januário. O curioso foi o zagueiro Cacá, de 19 anos, que fez sua estreia no time profissional.

Ele foi eleito por uma emissora mineira (Rádio Itatiaia) como o melhor em campo e ficou contente por ganhar um relógio (marca Século) de prêmio, entregue na beira do campo. Mas o seu discurso parecia ensaiado.

Cacá, à esquerda, teve a missão de marcar o experiente Maxi Lopez
Cacá, à esquerda, teve a missão de marcar o experiente Maxi Lopez

“Foi um jogo muito difícil. Nós queríamos a vitória, mas saímos de campo com a cabeça erguida. Bola para frente e vamos buscar este título”.

Para o atacante Rafael Sóbis o resultado não foi justo “porque a gente estava melhor em campo, mesmo quando já estava dois a zero para eles e apesar de estarmos com um jogador a menos” - pela expulsão de Mancuello.

MANO APROVA OS GAROTOS
Sobre a entrada dos garotos, o técnico Mano Menezes considerou uma chance bem aproveitada pelo zagueiro Cacá, de 19 anos, e por Patrick pela primeira vez atuando em sua posição, a lateral-esquerda.

Como também ressaltou a importância do atacante Fred ter começado jogando pela primeira vez depois de tanto tempo parado por lesão.

“Claro que ele sente falta de ritmo de jogo, mas só vai se recuperar totalmente se ele jogar. A sua evolução tem sido positiva” – concluiu o técnico lembrando que Fred está num patamar abaixo de outros atacantes, mas pode ser opção no banco em Itaquera.


SÓ FALTARAM OS GOLS
Apesar de tudo, Mano gostou do empenho do time que, segundo ele, poderia ter conquistado um resultado positivo.

“Se tivéssemos caprichado mais no último passe, com certeza a gente marcaria os gols. Tivemos duas ou três chances e poderíamos até ter marcado dois gols. Não fizemos porque perdemos e num jogo duro não se pode perder estas chances. Elas são raras e tem que marcar”.