Clayson, talismã do corinthians, agradece dica de William Pottker, ex-companheiro de Ponte

O atacante saiu do banco de reservas para garantir a vitória alvinegra sobre o Coritiba

por Agência Estado

São Paulo, SP, 12 - Autor de dois gols na vitória do Corinthians por 3 a 1 sobre o Coritiba, nesta quarta-feira, no estádio Itaquerão, em São Paulo, o atacante Clayson lembrou de William Pottker, ex-companheiro de Ponte Preta e atualmente no Internacional, para comentar o motivo de ter tido uma noite tão inspirada. Além disso, o corintiano ainda reforçou que espera dar dado "uma boa dor de cabeça" para o técnico Fábio Carille.

"Eu cheguei falando que ia fazer os meus gols, mas gostava de dar assistências. A bola não vinha entrando, mas hoje (quarta-feira) concluí duas em gol. Queria aproveitar e mandar um recado para o Pottker. Ele sempre fala que quando a gente pisa na área, ela sobra. E ele tem razão", disse o atacante, que marcou quatro gols nos últimos três jogos do Corinthians.

O atacante Clayson marcou quatro gols nos últimos três jogos com a camisa do Corinthians
O atacante Clayson marcou quatro gols nos últimos três jogos com a camisa do Corinthians

O curioso é que William Pottker chegou a ficar muito próximo de acertar com o Corinthians.

O negócio só não foi concretizado porque a Ponte Preta utilizou o atacante durante a Copa do Brasil e, com isso, ele não poderia defender o Corinthians na competição.

A atitude irritou a diretoria alvinegra, que decidiu desistir do acordo.

DOR DE CABEÇA
Pouco depois, chegou Clayson. A fase artilheira pode servir para ele começar a fazer Fábio Carille mudar de ideia sobre o fato de deixá-lo no banco de reservas.

"Venho buscando meu espaço desde quando cheguei. O elenco é muito qualificado e é uma dor de cabeça boa para o Carille", comentou.

FORÇA DO ELENCO
Após o jogo, o comandante corintiano reafirmou que Clayson não é um goleador e que isso é algo que está sendo trabalhado para que ele melhore. O treinador evitou falar sobre possível vaga de titular para o jogador e preferiu destacar a força do elenco alvinegro.

"Tenho um grupo, não tenho 11 titulares. Começa por aí. O Clayson não é um fazedor de gols. Ele leva, constrói e tem bom 'um contra um'. Trabalhamos muita a finalização para que ele melhore, pois ele chuta bem e pega bem na bola.

Estamos conseguindo criar situações para que ele finalize, mas isso é um grupo. Fizemos um primeiro turno maravilhoso com uma base, mas ele está buscando seu espaço. Estamos muito satisfeitos com ele", analisou o treinador.