Antes da nova temporada no exterior, Márcio Máximo recebe sondagens

Treinador é sondado por clubes do exterior, mas também trabalha com a possibilidade de treinar clubes brasileiros

por Agência Futebol Interior

São Paulo - O técnico Márcio Máximo (foto) segue em busca de um novo clube para esta temporada. Bastante conhecido no exterior, ele recebeu algumas sondagens enquanto a nova temporada não começa por lá. Mesmo assim, o experiente treinador está atento ao mercado nacional. Márcio Máximo deixa as portas abertas para voltar a trabalhar no futebol brasileiro.

"É natural aparecerem sondagens do exterior. Trabalhei muito tempo lá e sempre sou lembrado. Fico feliz com estas sondagens. Estamos trabalhando duro para voltar a trabalhar o mais rápido possível", comentou ele ao site Grande Área.

"Estou analisando todas as situações. Também conheço o mercado brasileiro e seria muito interessante voltar a trabalhar em meu país. Não vejo a hora de passar tudo aquilo que vivenciei em todos esses anos no futebol", finalizou Márcio Máximo.

Mais de Márcio Máximo:
Formado pela UFRJ e ex-atleta, o treinador Márcio Máximo, no início de sua carreira, trabalhou no Brasil nos seguintes clubes: Projeto de extensão da própria Universidade, CR Vasco da Gama (scout dos adversários), Mesquita (RJ), Barra da Tijuca (RJ) além de Seleções Brasileiras de base.

Márcio também fez parte da comissão técnica da seleção. Ele logo iniciou sua carreira internacional indo para o mundo árabe onde trabalhou na Seleção do Catar e Al Ahli da Arábia Saudita. Dirigiu também a Seleção Carioca de Profissionais que excursionou pela Europa fazendo alguns jogos amistosos.

O técnico também disputou as Eliminatórias da Copa do Mundo do Japão, dirigindo a Seleção das Ilhas Cayman, que contou durante um período com jogadores da Liga Inglesa. Surgiu então o convite para trabalhar na Grã Bretanha, onde foi treinador do Livingston, na época na Premier League Escocesa.

Nos últimos anos esteve na África, onde comandou a Seleção da Tanzânia e disputou mais duas Eliminatórias de Copa do Mundo (Alemanha e África do Sul). Inclusive classificou a seleção pela primeira vez na história para a Copa Africana de Campeões (primeira edição). Conseguiu levar a seleção do 167 lugar no ranking FIFA para 86, renovou a equipe (média de idade de 27 para 22 anos), além de abrir mercado para os jogadores tanzanianos na Europa (de um para oito jogadores).

Também é regularmente convidado para dar palestras na ABTF (Associação Brasileira de Treinadores de Futebol) e Sindicato de Treinadores do RJ. De perfil profissional, formador e renovador de equipes, tem tido seu trabalho reconhecido em vários continentes. Nos últimos anos o treinador dirigiu o Democratas-MG, Francana-SP, Young Africans da Tanzãnia e Prudentópolis-PR.