Eduardo Baptista reconhece que Ponte esteve abaixo do esperado no 1.º tempo em Chapecó

Para o técnico a Macaca pecou pelo primeiro tempo apático, enfatizou que é algo que não pode acontecer

por Agência Futebol Interior

Campinas, SP, 19 (AFI) - O técnico Eduardo Baptista avaliou o desempenho da Ponte Preta na tarde de domingo (18), após o empate por 2 a 2 contra a Chapecoense, em Chapecó, pela 26.ª rodada do Campeonato Brasileiro. Para o técnico a Macaca pecou pelo primeiro tempo apático, enfatizou que é algo que não pode acontecer, mas elogiou o desempenho dos seus comandados na etapa final. E isso pode ser essencial no decorrer da competição, inclusive no outro domingo quando enfrenta o Atlético, no Paraná.

“Tivemos um primeiro tempo muito ruim. Para se ter um sabor bom do resultado você tem que entrar ligado os 90 minutos. Era um jogo extremamente difícil e fica um resultado justo. Fizemos um segundo tempo muito bom, para equilibrar com o primeiro que foi ruim. É ter atenção, porque todas as partidas são decisões e um outro início como esse faz com seja difícil de recuperar”, afirmou o técnico, que destacou erros e acertos.
Fábio Ferreira, à direita, marcou mais um gol de cabeça no empate com a Chapecoense
Fábio Ferreira, à direita, marcou mais um gol de cabeça no empate com a Chapecoense

“Marcamos com o olho, não agredimos e isso não pode acontecer. Já no segundo tempo adiantamos a marcação, fizemos um jogo de mais pressão, criamos chances, empatamos o jogo e talvez, com um pouco mais de sorte, poderíamos ter saído com um resultado melhor. Mas pelo jogo todo foi justo”, reforçou.

PONTO IMPORTANTE
Apesar da avaliação, Eduardo considerou interessante a soma de mais um ponto no Brasileirão, ainda mais atuando na casa do adversário.

“Chapecoense e Ponte Preta possuem mandos muito fortes. Vir na cada deles e conquistar o empate é um resultado bom. O campeonato é longo e um ponto é importante, ainda mais aqui em Chapecó, que é sempre muito difícil”, ressaltou o treinador, que explicou alterações que fez ao longo da partida contra os catarinenses.

“Quando empatamos o jogo colocamos atletas que poderiam fazer mais essa chegada pelo fundo e realizar cruzamentos. O Wellington Paulista tem uma presença de área boa, assim como o Roger, e sabíamos que é muito difícil entrar na defesa da Chapecoense por dentro. Por isso a tentativa de criar mais jogadas laterais e próximas da área para tentar fazer o gol”, completa.

Thiago Toledo