Série B: Efetivação de Carpini quebra jejum de três temporadas no Guarani; entenda

Ícone de recuperação nos pontos corridos, técnico está confirmado para dirigir o Bugre em 2020

por Lucas Rossafa

Campinas, SP, 27 (AFI) - A efetivação de Thiago Carpini como treinador, aliada à renovação contratual para 2020, quebra jejum de três temporadas no Guarani.

O profissional, ícone de recuperação improvável no segundo turno da Série B, é o primeiro técnico a ser mantido no cargo no período de 'transição' entre as temporadas.

O último a virar o ano e iniciar planejamento do elenco foi Pintado, à frente do Bugre entre 24 de agosto de 2015 e 03 de abril de 2016.

HISTÓRIA

O ex-volante desembarcou no Brinco de Ouro com a missão de conseguir classificação às quartas de final da Série C - mesmo com quatro vitórias e um empate, bateu na trave por vaga no G4.

O bom desempenho fez a diretoria, à época dirigida por Horley Senna, renovar o vínculo de olho na Série A2 do Campeonato Paulista.

Entretanto, a eliminação ainda na primeira fase, com 47,4% de aproveitamento, foi fatal para pôr ponto final na passagem de Pintado em Campinas.

PROFESSORES

No intervalo entre Pintado e Thiago Carpini, o Guarani contou com 12 profissionais à beira do gramado e colecionou alguns trabalhos vexatórios.

A partir de abril de 2016, Marcelo Chamusca foi o escolhido pelo clube paulista e tornou-se responsável por alcançar o acesso e o vice-campeonato na Série C.

No ano posterior, Nei da Mata, Maurício Barbieri, Oswaldo Alvarez, Marcelo Cabo e Lisca foram contratados.

Em 2018, foi a vez de Fernando Diniz - despediu-se do clube sem estrear -, Umberto Louzer e Marco Antônio, interinamente.

Na atual temporada, além do próprio interino no Troféu do Interior, as apostas do Conselho de Administração compreenderam Osmar Loss, Vinícius Eutrópio, Roberto Fonseca e, claro, Carpini.