Luis Fabiano vê Ponte como 'sonho distante' e deve acabar no São Paulo

O jogador ainda revelou que chegou a ser procurado pelo Corinthians, mas não aceitou a proposta

por Agência Futebol Interior

Campinas, SP, 28 (AFI) - Sonho de consumo da diretoria da Ponte Preta, Luis Fabiano tratou a possibilidade de reforçar o clube alvinegro como 'sonho distante'. O jogador ainda deu a entender de que encerrará a carreira no São Paulo, onde viveu um de seus melhores momentos na carreira.

"Tinha expectativa de voltar a jogar neste ano, mas o Covid me complicou. Dois clubes marcaram minha carreira que são São Paulo e Ponte Preta. Gostaria de vestir a camisa de um desses clubes pela última vez. O São Paulo não sei se seria possível, já a Ponte eu estive lá, mas acabou não dando certo por outros motivos", falou Luis Fabiano, ao 'Bola da Vez' da ESPN, antes de completar.

"O fim está próximo, bem próximo, até pela situação atual no mundo. Hoje a Ponte está mais distante. Seria um sonho vestir a camisa do São Paulo pela última vez no Morumbi. Eu até sonho fazendo um gol no Morumbi. Mas se isso não acontecer, estou satisfeito com a minha carreira. Se o fim não chegou, está chegando, e estou preparado para novos desafios."

Luis Fabiano voltará ao São Paulo?
Luis Fabiano voltará ao São Paulo?
Luis Fabiano, 39 anos, começou a carreira na Ponte Preta, mas foi se destacar mesmo no São Paulo entre os anos de 2001 e 2004. Passou ainda por Porto, Sevilla, Tianjin Quanjian, da China, e Vasco da Gama. Ainda teve uma segunda passagem pelo Tricolor Paulista entre 2011 e 2015.

CORINTHIANS
O atleta, que recentemente vinha treinando nas dependências da Ponte Preta, revelou também um interesse do Corinthians no passado.

"Eu tive um convite do Corinthians, uma proposta tentadora, que foi um valor maior que o do São Paulo, mas no final acabei escolhendo o São Paulo. O Juvenal (Juvêncio, presidente tricolor na época) me ligou na ocasião: “Não vai para o Corinthians, estou indo te buscar”. E cumpriu: ele mandou um diretor, que ficou um mês lá. Foi um mês de negociação com o Sevilla, uma negociação dura, tive de abrir mão de muita coisa. Fiquei duas semanas seguidas ligando diariamente para o presidente, falando que queria voltar para o São Paulo até ele liberar", concluiu.