Como Dos Anjos vai tentar barrar o volume ofensivo do Bahia?

Evidente que o treinador da Ponte Preta, Hélio dos Anjos, acompanhou a derrota do Bahia para o Vasco por 1 a 0, no domingo, no Rio. O que fazer?

Pela lógica, o Bahia vai partir para cima da Ponte Preta, em Salvador, com marcação alta e tentativa de definição do jogo logo no começo.

Categorias: Colunas

Por: ARIOVALDO IZAC - -, 17/05/2022

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Bahia faz pressão na Arena Fonte Nova

Campinas, SP, 16 (AFI) – Evidente que o treinador da Ponte Preta, Hélio dos Anjos, acompanhou a derrota do Bahia para o Vasco por 1 a 0, no domingo, no Rio de Janeiro.

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Se o Bahia tomou iniciativa de ataque mesmo como visitante, a dedução lógica é que vai partir pra cima da Ponte Preta na sexta-feira, em Salvador, com marcação alta e tentativa de definição do jogo logo no começo.

De certo Dos Anjos sabe que aquela transição do Bahia com toques rápidos e aproximação de seus jogadores vai exigir cuidado redobrado no cinturão de marcação na cabeça da área, mesmo sem o volante Felipe Amaral que, suspenso, vai desfalcar a equipe.

LADOS DO CAMPO

Casualmente ou não, contra o Vasco o grande erro ofensivo do Bahia foi ter centralizado as jogadas e pouco usando as beiradas do campo, o que, em tese, facilitou o trabalho de destruição dos jogadores vascaínos.

Repetirá o Bahia esse erro de estratégia?

Caso isso ocorra, melhor para a Ponte Preta.

Todavia, provavelmente o treinador Guto Ferreira vai querer usar melhor os lados do campo.

Outro detalhe: no domingo o Bahia adiantou as linhas para marcar saída de bola do adversário, e a tendência é que isso se repita.

Nessas circunstâncias, o histórico da Ponte tem sido de defensores rifarem a bola e isso precisa ser repensado, até porque ao recuperá-la o Bahia começa a rodá-la nas proximidades da área adversária, e evita finalizações de média distância quando encontra dificuldades de penetração.

CONTRA-ATAQUE

Pode-se esperar proposta da Ponte Preta de tentativa de surpreender o adversário em contra-ataques?

Sim, mas cadê o jogador de velocidade na ofensiva para essa função?

Melhor que se pense em alternativas, até porque a forma de agrupamento de jogadores trabalhada por Guto Ferreira, do Bahia, permite providencial sistema de cobertura.

Enfim, Dos Anjos deve ter visto tudo isso e o jeito é esperar pra se certificar de como ele está trabalhando o seu time para mais esse desafio no Campeonato Brasileiro da Série B.

MAZOLA E O CHICLETE

Quando o treinador Mazola Júnior, do Ituano, quase estrangulou o seu jogador Lucas Nathan, aos 47 minutos do segundo tempo, naquele festivo abraço em comemoração ao gol de empate anotado pelo atleta diante do Grêmio, a televisão focalizou (nesta noite) que o comandante ainda continuava com o chiclete mascado desde o início do jogo, portanto totalmente sem sabor.

Coisas da bola.

VEJA ABAIXO MOMENTOS DE ITUANO 1 X 1 GREMIO

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