FPF confirma desafio de vídeo na segunda fase do Paulistão A2
Os primeiros jogos desta etapa estão marcados para sábado (14), e a última rodada dos grupos será disputada no 15 de abril
A fase decisiva do Paulistão A2 RIVALO contará com o desafio de vídeo em todos os jogos. O recurso já será utilizado na segunda fase.
Campinas, SP, 11 (AFI) – A fase decisiva do Paulistão A2 RIVALO contará com o desafio de vídeo em todos os jogos. O recurso já será utilizado na segunda fase, disputada em dois quadrangulares, e seguirá presente também nas semifinais e na final do torneio, que definirá os dois clubes participantes do Paulistão de 2027.
Os primeiros jogos desta etapa estão marcados para sábado (14), e a última rodada dos grupos será disputada no 15 de abril. Nesta fase, as oito equipes classificadas no Paulistão A2 foram divididas em duas chaves com quatro times cada.
A competição é organizada pela Federação Paulista de Futebol (FPF) e tem a cobertura completa do Portal FUTEBOL INTERIOR, que acompanha os jogos online no Placar ao Vivo e depois apresenta todos os comentários e noticiário completo.
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DESAFIO DE VÍDEO NO PAULISTÃO A2
Os clubes se enfrentam em turno e returno dentro dos próprios grupos, e os dois melhores de cada lado avançam para as semifinais do Paulistão A2. Apenas os finalistas asseguram o acesso à elite estadual.
O desafio de vídeo estreou no futebol brasileiro nas semifinais da Copa Paulista de 2025, em iniciativa conduzida pela Federação Paulista de Futebol em parceria com a CBF e dentro de um projeto piloto da Fifa.
Depois disso, o modelo também passou a ser utilizado em fases decisivas de outras competições organizadas pela entidade.
COMO FUNCIONA?
No funcionamento do sistema, cada treinador inicia a partida com direito a dois pedidos de revisão. A solicitação é feita com o gesto de giro do dedo no ar, seguido da entrega de um cartão ao quarto árbitro. Na sequência, o árbitro principal vai até a cabine posicionada à beira do gramado para rever o lance com auxílio de um operador de replay. Se o pedido for aceito, o técnico não perde a solicitação usada.
Os lances passíveis de revisão envolvem situações de gol, pênalti, cartão vermelho direto e erro de identidade na aplicação de cartão. Diferentemente do VAR, o modelo não conta com árbitros de vídeo monitorando todas as jogadas, o que reduz a estrutura necessária e, consequentemente, os custos da operação para o Paulistão A2.
A única checagem automática ocorre em lances de gol, sem necessidade de pedido dos treinadores. A proposta da FPF com o uso do recurso é ampliar o acesso à tecnologia de revisão em competições com menor estrutura, mantendo apoio adicional à arbitragem em momentos decisivos da competição.





































































































































