Zagueiro diz que não joga a Copa das Confederações por precaução

Campinas, SP, 24 (AFI) – O resultado da ressonância magnética feita na última terça-feira deixou Juan aliviado. O exame constatou a existência de um edema na coxa esquerda, que o deixaria sem poder jogar por apenas uma semana. O zagueiro já tinha sido alertado pelos médicos e fisioterapeutas da CBF de que corria risco de sentir dores musculares devido ao período em que ficou inativo no Roma, no fim da última temporada.

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Mesmo assim o jogador ficou feliz por ter conseguido ajudar a Seleção nos jogos com Uruguai e Paraguai, pelas Eliminatórias, e na estreia da Copa das Confederações, contra o Egito.

“O risco de sentir dores existia e eu tinha consciência disso. Passei quase dois meses sem jogar pelo Roma por causa de uma lesão na coxa direita e sabia que seria muito exigido fisicamente pelas viagens e pelos jogos das Eliminatórias e Copa das Confederações. O importante é que me senti útil à Seleção nos jogos em que atuei e estou aliviado porque foi apenas um edema na coxa esquerda. Não há relação alguma com a contusão que sofri na Itália. Vou fazer tratamento quando voltar ao Brasil e me apresentarei em perfeitas condições físicas ao Roma para a próxima temporada”, garante Juan.

Juan acredita que poderia tentar apressar sua recuperação para ter condições de jogar a final da Copa das Confederações, se o Brasil passar pela África do Sul. Mas concordou com a decisão dos médicos da Seleção de poupá-lo. O zagueiro faz questão também de elogiar os médicos do Roma que cuidaram da recuperação da lesão na sua coxa direita.

“O tratamento feito no Roma foi muito bem sucedido. Prova disso é que minha coxa direita está curada. Os médicos da Seleção optaram pelo meu afastamento da disputa da Copa das Confederações para eu me recuperar com mais tranquilidade, sem maiores riscos. Terei mais alguns dias de férias no Brasil e vou abrir mão de viajar com a família para cuidar desse edema”, completa Juan.