Votos polêmicos: Veja quem apoiou a manutenção da atual gestão do Guarani
O presidente Palmeron Mendes Filho, que renunicou para não sofrer impeachmente, foi dos que votou pela permanência da gestão
O presidente Palmeron Mendes Filho, que renunicou para não sofrer impeachmente, foi dos que votou pela permanência da gestão
Campinas, SP, 02 (AFI) – Na Assembleia Geral de Sócios realizada nesta segunda-feira à noite no estádio Brinco de Ouro, que decretou a manutenção do presidente Ricardo Miguel Moisés no comando do Guarani, bem como os membros do Conselho de Administração (C.A), destacaram-se alguns votos polêmicos.
Como a eleição se deu por votação nominal, cada um dos sócios foi à frente e declarou sua intenção dizendo ‘sim’ ou ‘não’ ao impeachment – pedido de derrubado do presidente e do C.A..
Entre os votos polêmicos que estavam apoiando a atual administração do Guarani estavam o ex-diretor comercial Anaílson Neves, que foi obrigado a deixar o clube por ter comprovação de desvio de dinheiro do marketing do clube.
EX-PRESIDENTE XINGADO
O voto mais polêmico foi de Palmeron Mendes Filho, presidente que renunciou ao cargo em setembro para não sofrer um impeachment.
A renúncia de Palmeron, inclusive, beneficiou os demais integrantes do C.A., embora tenha sido forçada por uma pressão da Oposição.
A sua administração foi considerada altamente comprometedora ao clube.
DE FININHO
Evitando confronto com outros associados e até com um grupo de torcedores, Palmeron Mendes Filho entrou no salão pela porta dos fundos, que estava fechada e foi aberta por seguranças apenas para sua entrada.
Ao ser chamado na mesa de votação, Palmeron foi vaiado e xingado por muitos presentes.
VEJA O VÍDEO ABAIXO !

AÇÕES À REVELIA
Outro voto polêmico foi o do advogado Milton Fernandes Alves, que é tido como responsável por vários processos trabalhistas que correram à revelia causando inúmeros prejuízos para o clube.
Milton Fernandes Alves também votou pela manutenção da atual diretoria.
EX-VEREADOR VOTA EM BRANCO
Outra surpresa na votação dessa segunda-feira foi do ex-vereador Cid Ferreira de Souza, um dos principais nomes da Oposição.
Para surpresa de todos, Cid Ferreira absteve-se de votar, gerando, inclusive, desconforto dentro de seu grupo político. Como se diz no meio político, ele ficou ‘em cima do muro’.
NENÊ BRITO TAMBÉM VOTA
Condenado judicialmente por ter desviado dinheiro do ex-atacante Ailton Queixada, ex-Guarani e que atuou na Alemanha, o empresário de jogadores Osvaldo Betti foi outro que votou pela manutenção da atual diretoria.
Conhecido como “Nenê Brito”, ele também tem ação contra o Guarani cobrando comissões de valores que a empresa Magnum aportou no clube.
INTERESSES PESSOAIS
Ou seja, muitos daqueles que votaram a favor da permanência da direção do clube, têm alguma pretensão junto aos atuais dirigentes.
Seja o ex-cartola Palmeron, o advogado Milton Fernandes, o empresário Nenê Brito e o ‘ex-vendedor’ de publicidade, Anailson Neves.





































































































































