Volante Marcelo deu nova cara ao Guarani na derrota para o Santos

Volante Marcelo deu nova cara ao Guarani na derrota para o Santos

Volante Marcelo deu nova cara ao Guarani na derrota para o Santos

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Se a torcida bugrina reconheceu os esforços da equipe e fez questão de aplaudi-la ao final da partida, apesar da derrota por 2 a 1 para o Santos, muito se deve a entrada em campo, no segundo tempo, do volante Marcelo, em substituição ao contundido Lucas Crispim.

Marcelo inflamou a equipe na noite desta segunda-feira no Estádio Brinco de Ouro. Além de fortalecê-la na marcação, puxou-a ao ataque com passes precisos. Assim mexeu com os brios dos companheiros.

Quando o time busca se superar em campo, a torcida reconhece e fica esperançosa para repetição do expediente, pois sabe que isso significa indícios de campanha favorável na competição, caso do Campeonato Paulista.

O que o bugrino não engoliu foi a entrada violentíssima do meio-campista Lucas Abreu no zagueiro santista Luiz Felipe, que resultou em expulsão com menos de um minuto do segundo tempo.

Não bastasse aquela imprudência, a lesão do meia Giovanny, ainda no primeiro tempo, trouxe prejuízo ao Guarani.

BIDU

Como o meia se arrastou em campo, deixou de fazer recomposição pelo lado esquerdo da defensiva bugrina, setor bem explorado pelo Santos para desestabilizar o lateral-esquerdo Bidu, claramente com deficiências na marcação.

Embora desfalcado de peças importantes como os atacantes Marinho e Soteldo, não se questiona a melhor qualidade técnica do time santista, que sabe valorizar a posse de bola, se compactar e se valer de intensa movimentação para confundir a marcação adversária.

Numa dessas jogadas, usando o lado esquerdo de seu ataque, o Santos chegou ao gol aos 21 minutos.

Atacante Artur Gomes antecipou-se ao zagueiro Bruno Silva no primeiro pau, após cruzamento, para testar e marcar.

Curiosamente, as principais jogadas ofensivas do Santos naquele período ocorreram no lado esquerdo da defensiva bugrina, com Bidu envolvido até com relativa facilidade.

Foi numa dessas jogadas que Pituca, servido na entrada da área, em boas condições para ampliar a vantagem, colocou a bola sobre o travessão do goleiro Jefferson Paulino.

SANTOS CAI FISICAMENTE

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Como o Santos rodou melhor a bola durante o primeiro tempo, a lógica indicava que o Guarani tivesse mais desgaste ao correr na tentativa de desarme.

Caprichosamente foi o time santista que cansou após o intervalo. Desta forma, o Guarani teve mais gás na tentativa de equipará-lo.

O time bugrino se desdobrou na marcação e ainda tentou levar a bola ao ataque, tanto que dos 10 ao 20 minutos chegou a fazer pressão.

E numa dessas jogadas, em falha do goleiro santista Everson, na disputa direta com o atacante Rafael Costa, o Guarani chegou ao empate, quando Giovanny já havia cedido lugar para Bruno Sávio.

Depois disso, a lógica indicava que o Guarani fortalecesse a marcação na cabeça da área, e impedisse sentido de profundidade ao Santos.

Assim, quando o jogo caminhava para o empate, eis que numa falta lateral favorável ao Santos, no prolongamento da grande área, o meia Jean Motta bateu direto ao gol, a bola chocou-se no travessão, e na tentativa de interceptá-la o lateral bugrino Pablo marcou contra, já nos acréscimos.