Volante do Flamengo nega temer lesões em reta decisiva e lembra de Tite
William Arão é um dos jogadores que mais se entregam no esquema tático de Jorge Jesus
William Arão é um dos jogadores que mais se entregam no esquema tático de Jorge Jesus
Rio de Janeiro, RJ, 12 – Um dos jogadores do Flamengo mais exigidos fisicamente nas partidas do time, pois ele é o principal marcador do meio-campo rubro-negro, o volante William Arão afirmou nesta terça-feira que não teme sofrer lesões nesta reta decisiva da equipe carioca no final desta temporada de 2019.
Além de estar prestes a disputar dois jogos que poderão garantir ao clube carioca nesta semana o título do Campeonato Brasileiro por antecipação, caso conquiste duas vitórias e o Palmeiras não derrote o Bahia no domingo em Salvador, o atleta também já vislumbra a decisão da Copa Libertadores, no próximo dia 23, contra o River Plate, em Lima, no Peru.
Nesta quarta-feira, às 21h30, em clássico antecipado da 34ª rodada do Campeonato Brasileiro, os flamenguistas vão encarar o Vasco. Depois, no domingo, o rival será o Grêmio, em Porto Alegre, pela 33ª jornada do torneio.

SEM MEDO
E Arão espera não se machucar em nenhuma destas partidas para ficar normalmente à disposição do técnico Jorge Jesus para o importante confronto com o adversário argentino na capital peruana.
Ao garantir que não teme se lesionar, o volante até lembrou dos ensinamentos que recebeu do atual técnico da seleção brasileira, que dirigiu o atleta quando ele estava defendendo o Corinthians.
“Eu respondo por mim. Eu não fico (com medo de lesões). Eu fui criado e tenho que agradecer ao professor Tite, que no Corinthians dizia: ‘Quero o máximo, quero todo no elenco dividindo a bola’. Se for machucar, é natural. Posso machucar brincando com a minha filha, tropeçando na escada. Não passa isso pela minha cabeça. Acostumei a isso, se for acontecer a lesão, é natural, é da minha profissão”, ressaltou o jogador.

E OS CARTÕES?
Já ao ser questionado sobre a possibilidade de ser suspenso de uma das próximas partidas decisivas por causa de cartões, Arão destacou que não pode mudar a sua forma de atuar, com força na marcação e nos desarmes, devido a este risco.
“Já tive oportunidades de tentar fazer faltas para parar o contra-ataque. Nesse jogo mesmo contra o Bahia (no último domingo, no Maracanã), o Élber chutou, eu estava perto e tentei fazer a falta. Isso não passa pela minha cabeça. Se tiver que fazer a falta, vou fazer. Se tiver que tomar cartão, vou tomar. Faz parte do jogo”, disse o atleta.





































































































































