Vina é apresentado no Ceará e fala sobre preparação na Série A

Meia retorna ao Ceará, fala sobre condições físicas e vibra com recepção da torcida.

Vina retorna ao Ceará, admite cansaço, mas destaca que está mais preparado para o desafio na Série A.

Vina. Foto: Felipe Santos/Ceará
Vina. Foto: Felipe Santos/Ceará

Fortaleza, CE, 7 (AFI) – O Ceará apresentou oficialmente o meia Vina nesta quarta-feira. O jogador, que retorna ao clube para a disputa da Série A do Brasileirão, admitiu que ainda sente o ritmo das últimas semanas e não está pronto para estrear imediatamente, mas ressaltou que se sente mais preparado para o novo desafio.

Em entrevista, Vina revelou que abriu mão das férias para focar na preparação física e conversou com o técnico Léo Condé sobre seu atual estado. Segundo ele, a comissão técnica e seu próprio feedback irão definir o momento certo para voltar aos gramados.

CEARÁ NA SÉRIE A: VINA BUSCA CONDIÇÃO IDEAL

O meia também comentou sobre a camisa 29, atualmente usada por Bruno Tubarão em homenagem ao filho. Vina afirmou que está tranquilo quanto à numeração e que seu objetivo principal é representar o Ceará dentro de campo, independentemente do número que vestir.

“Tubarão é um jogador do clube, um cara que escolheu esse número pelo aniversário do filho dele e, nessa questão do número, conversei aqui, tô muito tranquilo. Não sei se eu continuo com a 29 ou não, mas, independente do número que eu use, eu vou querer estar dentro de campo representando o principal, que é o Ceará.”

TORCIDA DO CEARÁ RECEPCIONA VINA NO AEROPORTO

Vina valorizou a festa feita pela torcida na sua chegada e prometeu retribuir todo o carinho com dedicação máxima em campo. O meia destacou o peso de vestir a camisa alvinegra e como o período fora do Brasil serviu de aprendizado para encarar o novo momento no clube.

“A responsabilidade existe quando vestimos essa camisa. Eu me sinto hoje ainda mais preparado para esse momento, por tudo o que eu vivi esse tempo fora. A gente dá valor a muitas coisas quando está longe, isso foi um aprendizado muito grande. A questão do torcedor é o que me motiva. O torcedor vai querer sempre gol, assistências, vitórias. Hoje eu faço parte do processo, estou me adaptando por ter ficado dois anos na Arábia.”