Vila Nova 0 (4) x (3) 0 Brasil-RS - Na emoção dos pênaltis, o Tigre se garante na final da Série C!

Na decisão, o time goiano enfenta o Londrina, que passou pelo Tupi também na disputa de pênaltis

Na decisão, o time goiano enfenta o Londrina, que passou pelo Tupi também na disputa de pênaltis

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Goiânia, GO, 02 (AFI) – Depois de mais um empate sem gols entre Vila Nova e Brasil de Pelotas, nesta segunda-feira, pela partida de volta da semifinal da Série C do Campeonato Brasileiro, o Tigre garantiu sua vaga na final através da disputa de pênaltis.

Com emoção até o fim no Estádio Serra Dourada lotado, o time da casa garantiu a vaga e vai decidir o título da terceira divisão nacional contra o Londria. Como tem melhor campanha, o Tigre joga o primeiro jogo na casa do adversário e decide novamente em Goiânia.

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BRASIL SE SEGURA
Com a pressão de sua torcida, o Vila Nova começou partindo para o ataque e criou as melhores chances no início do jogo. Os rápidos Moisés, Robston e Marinho Donizete levavam vantagem sobre a defesa do Brasil e só eram parados com faltas.

E foi justamente em uma cobrança de falta que a bola acabou nas redes. Marcelo cobrou, a bola explodiu na barreira e subiu. Gustavo Bastos completou de cabeça e Vinícius Saimon empurrou para dentro do gol, mas a jogada já estava parada por uma falta de ataque.

Depois de um começo agitado, o ritmo do jogo caiu e o Xavante passou a segurar mais a bola. Quando conquistou o acesso, o time gaúcho já tinha mostrado frieza para segurar um 0 a 0 contra o Fortaleza no Castelão lotado e buscava façanha semelhante no Serra Dourada.

NADA DE GOLS
A pressão do Vila só retornou no segundo tempo e o time da casa voltou a balançar as redes, mas novamente, o lance foi anulado. Depois de bate-rebate dentro da área, aos 19 minutos, a bola sobrou para o artilheiro Frontini que completou para o fundo do gol, mas o camisa 9 estava em posição de impedimento.

O time visitante só passou a se aventurar um pouco mais ao ataque na reta final da partida, mas ainda se resguardava para não dar contra-ataques ao adversário. Falhando no último passe, as duas equipes não conseguiram transformar em gols as chances criadas e a decisão se encaminhou para a disputa de pênaltis.

EMOÇÃO DOS PÊNALTIS
Nas cobranças, Robston converteu a primeira para o time da casa e Xaro bateu para fora. A vantagem era do Vila, mas Frontini foi o próximo a cobrar e o goleiro Eduardo Martini defendeu. Na sequência, Gustavo Papa colocou a bola para dentro e deixou tudo igual.

A bola não queria entrar. Ramires era o próximo a bater para o Tigre e também chutou para fora, mas Edson defendeu o chute de Galiardo na sequência.

Com toda sua experiência, o lateral Baiano, aquele mesmo que passou por Santos, Palmeiras, entre outros grandes clubes brasileiros, converteu sua cobrança. Washington poderia igualar para o Brasil, mas cobrou com muita força e mandou por cima.

Marinho Donizete poderia colocar o Vila na final, mas bateu na trave. Jardel, que entrou no segundo tempo, bateu forte no meio e deixou tudo igual, levando a disputa para as cobranças alternadas. Vitor, Brock e Bruno Lopes converteram suas cobranças, mas Wender bateu no travessão, desperdiçando a chance de empatar tudo novamente e garantindo o Vila Nova na final.