Vida bandida! Musa de time da Série B é acusada de golpe de R$ 300 milhões
Modelo estaria entre as 20 pessoas presas em uma operação da Polícia Federal denominada “Operação Miquéias”
Musa do Avaí em concurso promovido por um site, Luciane Hoppers não se contentou com seu trabalho e acabou na mira da Polícia Federal (PF). Ela é acusada de participar de um esquema de lavagem de dinheiro que movimentou R$ 300 milhões em um ano.
Florianópolis, SC, 24 (AFI) – Cabelo cor de ouro, olhos azuis, corpo bronzeado do Sol, corpo escultural, sensualidade à flor da pele, sotaque sulista… Os predicados da modelo Luciane Lauzimar Hoppers são ingredientes perfeitos para o sucesso. Musa do Avaí em concurso promovido por um site, a gata não se contentou com seu trabalho e acabou na mira da Polícia Federal (PF). Ela é acusada de participar de um esquema de lavagem de dinheiro que movimentou R$ 300 milhões em um ano.

Na última semana, a PF prendeu 20 pessoas em uma operação denominada “Operação Miquéias”. E uma delas seria a bela Luciane Lauzimar Hoppers, que já vem sendo apelidada de “Musa do Crime”. Ela e outras modelos eram utilizadas para atrair políticos no esquema fraudulento.
O esquema consistia em aliciar agentes públicos para que as prefeituras investissem o dinheiro dos fundos de pensão em títulos indicados pelo grupo. Em troca, o gestor recebia uma parte do dinheiro. Estima-se que os prejuízos a fundos de pensão municipais tenha chegado a R$ 50 milhões.
Luciane teria uma lista de políticos, que seriam seus alvos para ofertar o esquema. A maioria era de cidades de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Santa Catarina e São Paulo. Segundo a Agência Estado, alguns nomes citados nas investigações foram dos deputados goianos Samuel Belchior, Daniel Vilela e Leandro Vilela.
A PF apurou também lavagem de dinheiro. Trinta empresas foram criadas pelo grupo, constituídas em nome de laranjas. Somente uma das empresas do esquema, a MC Incorporações e Consultoria movimentou R$ 63,5 milhões entre julho de 2011 a março de 2012. Os dois esquemas eram operados pelas mesmas pessoas. O comando da operação era de Fayed Traboulsi, que a PF descreve como “um dos maiores doleiros de Brasília”, e Marcelo Toledo.
A PF fez ontem busca e apreensão em 38 endereços de nove Estados mais o DF e tinha mandados de prisão de 22 pessoas temporária e preventiva. Também foi pedida a prisão de Carlos Eduardo Carneiro Lemos, o Dudu, também apontado como um dos líderes do grupo.
Confira o que os marmanjos podem perder com a prisão da beldade!





































































































































