Tem muita coisa errada que precisa ser arrumada. O ano acabou, mas o outro começou e com necessidade de mudanças.
A Sanasa local (empresa vinculada à prefeitura) continua como uma das patrocinadoras do vôlei masculino. Poderia dar espaço a empresas privadas.
Por ARIOVALDO IZAC
Campinas, SP, 1 (AFI) – Fica parecendo ‘conversa fiada’ dar adeus ao ano velho e desejar feliz ano novo se costumes e coisas viciadas continuam as mesmas.
Convenhamos que não faz sentido a SMEL (Secretaria Municipal de Esportes e Lazer da Prefeitura de Campinas) ajudar clubes amadores com pagamentos de taxas de arbitragens de jogos de competições.
O fato de eu ter raízes no amadorismo da cidade – inclusive como um dos fundadores da Linfurc (Liga Independente de Futebol da Região de Campinas), não me impede de citar que clubes varzeanos têm que andar com as próprias pernas.
E olhem que alguns até pagam razoavelmente para contar com atletas diferenciados, em dias de jogos.
Aí, após recolherem os uniformes, é comum presenciar mesas de bar forradas de cervejas, e por vezes aquele churrasquinho para temperar bebida com comida.
Ainda no cenário esportivo de Campinas, o ‘doutor Google‘ me avisa que a Sanasa local (empresa vinculada à prefeitura) continua como uma das patrocinadoras do vôlei masculino da cidade.
Como a modalidade tornou-se atrativa ao campineiro, não seria o caso de o poder público deixar o espaço para outro patrocinador?
UBER: TRANSPORTE ALTERNATIVO
Um lado positivo que deve ser ressaltado neste ano que se finda foi a ‘abençoada’ aparição dos Ubers, para facilitar transportes de torcedores aos estádios da cidade.
Vizinhos de determinados bairros se organizam e fazem o percurso através desse transporte alternativo, certos de redução de custo e proteção de seus respectivos veículos nas garagens de suas respectivas residências.
E mais: ainda ficam livres daquele incômodo dos tais ‘flanelinhas’, que se rotulam vigilantes de veículos, como se evitassem furtos.
Feitas essas observações, então que venha 2026 com cara de leveza.
Pra arrematar, veio essa denúncia de embrulhar o estômago, que é essa do Banco Master.
Coisa repugnante e com conivência de pessoas de alto escalão.





































































































































