Vasco 1 x 1 Treze-PB - Que venha a Ponte Preta...

Douglas Silva marcou para os mandantes e Jaílson deixou tudo igual pros visitantes

Sem apresentar um futebol de encher os olhos da torcida e tendo a vantagem de ter vencido o jogo de ida por 2 a 1, o Vasco fez o básico para eliminar o Treze da Paraíba com um empate por 1 a 1 na noite desta quarta-feira.

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Rio de Janeiro, RJ, 07 (AFI) – Sem apresentar um futebol de encher os olhos da torcida e tendo a vantagem de ter vencido o jogo de ida por 2 a 1, o Vasco fez o básico para eliminar o Treze da Paraíba com um empate por 1 a 1 na noite desta quarta-feira, em jogo válido pela volta da 2ª fase da Copa do Brasil e realizado no Estádio São Januário. Douglas Silva marcou para os mandantes e Jaílson igualou para os visitantes.

Com a classificação, o Vasco terá pela frente a Ponte Preta que eliminou o Paraná nos pênaltis, pela 3ª fase da Copa do Brasil.

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O jogo
Como venceu o jogo de ida por 2 a 1, o Vasco entrou em campo tranquilo para o confronto da volta contra o Treze e logo se impôs. Já no início, o camisa 10 Douglas fez boa jogada e mandou bela finalização, no ângulo do goleiro Gilson que fez uma grande vitória. Minutos depois, foi a vez de André Rocha desperdiçar a chance de abrir o placar após a finalização prensada de Marquinhos.

Aos poucos, no entanto, o time paraibano passou a equilibrar as ações em campo, criando algumas boas oportunidades, principalmente nas bolas aéreas e se aproveitando da insegurança defensiva do Vasco, que por sua vez, buscava espaços para chegar ao primeiro gol.

E ele veio aos 20 minutos. O zagueiro Douglas Silva subiu sozinho na área para cabecear e colocar os cariocas na frente do marcador. O segundo poderia ter saído dois minutos depois quando o goleiro Gilson bateu roupa e a bola sobrou para Marlon que, sem goleiro, acertou a trave.

Como quem não faz toma, o empate do Galo da Borborema saiu logo em seguida graças a um vacilo da defesa. Luan tentou o recuou para Martín Silva, mas a bola ficou curta e sobrou para Jaílson que foi mais rápido que o goleiro e deixou tudo igual. Já na reta final, os cariocas voltaram a balançar as redes com Marquinhos, mas a arbitragem assinalou erroneamente o impedimento.

Sabendo do perigo de levar o segundo e consequentemente decidir a vaga nos pênaltis, o Vasco voltou para o segundo tempo criando boas oportunidades. Marquinhos, Fellipe Bastos e Yago, foram alguns dos que tentaram anotar o segundo, mas esbarraram no goleiro Gilson que ia salvando os paraibanos.

A pressão vascaína ficou ainda maior aos 21 minutos quando Fernandes colocou a mão na bola e acabou expulso pelo árbitro em lance que causou polêmica já que a bola também tocou na mão de Yago.

Sem conseguir marcar o segundo, muito mais em função da deficiência técnica de seu ataque do que da eficiência da defesa galista, o Cruz-maltino passou apenas a administrar a partida no meio-campo sem correr grandes riscos contra um time que lutava bravamente pelo gol que levaria o confronto para os pênaltis, mas que estava com um homem a menos.

E foi desta maneira, desorganizado, mas jogando o simples, que o Vasco se classificou para a próxima fase da Copa do Brasil.