Valdir Espinosa revela mágoa com diretoria do Grêmio e entrega o cargo de coordenador

O ex lateral direito e ídolo da torcida vinha se sentido excluído das principais decisões do time

Valdir Espinosa comunicou na tarde desta quinta-feira que não faz mais parte da comissão técnico do Grêmio

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Porto Alegre, RS, 10 (AFI) – Valdir Espinosa comunicou na tarde desta quinta-feira que não faz mais parte da comissão técnico do Grêmio. Em coletiva de imprensa, o agora ex-coordenador técnico explicou os motivos que o fizeram deixar o cargo. De acordo com ele, todosos diretores, com exceção do presidente Romildo Bolzan, foram ‘traíras’. O ex lateral direito e ídolo da torcida vinha se sentido excluído das principais decisões do time.

“Fui mandado embora. Me mandaram embora sexta-feira. Houve uma série de coisas. Espero que a direção diga a verdade”, disse. “Essas lágrimas não são de tristeza, serão de alegria. Não tenho a posição do presidente. Tenho um carinho e um respeito por ele. O comunicado foi feito pelo Odorico (Roman, vice de futebol). Não sei se é trairagem ou burrice. Mandar uma pessoa com minha experiência e minha rodagem embora é uma coisa ou outra”, disparou.

Valdir Espinosa revela mágoa com diretoria do Grêmio e entrega o cargo de coordenador técnico

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“Não vim aqui para explorar o Grêmio. Quando for procurado, sempre tive resposta para dar. As reuniões eram feitas com portas fechadas. E não vou bater na porta para entrar. Nunca era chamado para nada”, reclamou, deixando claro que não estava contente com a atuação gestão do clube. “Havia viagem que eu não era sequer informado se iria ou não. Era colocado para ver jogo, não era consultado para qualquer coisa. Uma série de fatores”, completou.

“O Grêmio será muito mais forte, não vai ter qualquer influência negativa. Uma vez eu saí e disse, ainda vou voltar. Vou voltar”, afirmou. “Com o Grêmio não há decepção. Com a direção, tirando o presidente, decepção total”, completou. “Isso não é de agora, eu me sentia de lado. Qual é a função de alguém como eu, treinador, não é dar opinião sobre as coisas, as contratações, e não era chamado para nada”, finalizou.