Vágner Benazzi acompanha rotatividade no mercado e se diz pronto para voltar a trabalhar

De volta ao mercado, experiente treinador acumula acessos e títulos ao longo da carreira

De volta ao mercado, experiente treinador acumula acessos e títulos ao longo da carreira

0002050255519 img

São Paulo, SP, 21 (AFI) – Experiente e com diversos acessos e títulos ao longo da carreira. O técnico Vágner Benazzi (foto) tem acompanhado de perto a ciranda de treinadores nas divisões do Campeonato Brasileiro. De volta ao mercado, o Rei do Acesso se diz pronto para voltar a trabalhar. Benazzi está animado com as possibilidades e garante que terá novidades em breve.

“Não vejo a hora de voltar a trabalhar. A gente que sempre viveu do futebol não consegue ficar muito tempo longe. Estou bem e animado com as perspectivas. Os clubes seguem mudando de comando. Sei que tenho meu espaço. Espero acertar logo meu retorno”, disse ele ao Grande Área.

0002050255519 img

Para Benazzi, o futebol vive um momento importante de renovação, tanto em métodos de trabalho como também em profissionais. O cargo de técnico parece ser o mais visado, com uma mudança radical.

“Sou favorável sempre às mudanças em todos os sentidos da vida. Mas acontece que muita gente confunde renovação com infantilidade. Antes a nossa concorrência era com os gaiatos que surgiam por todos os cantos se intitulando treinadores, agora são com os meninos que saem da faculdade. É bom estudar e ter uma formação, mas é preciso também experiência, porque a prática é que consolida um profissional e um bom técnico de futebol”, finalizou.

CARREIRA VENCEDORA
Ao longo de quase três décadas de carreira, iniciada em 1990, passou mais quase 40 clubes. Os primeiros acessos foram conquistados no Interior de São Paulo, começando pelo extinto Sãocarlense, depois União Barbarense, Taquaritinga, Sorocaba e Portuguesa entre outros.

Depois conquistou o país. Um fato curioso é que dirigiu a dupla Ba-Vi em 2011. Primeiro um, depois o outro. Na Série B subiu com vários clubes como Portuguesa (2007), Figueirense (2003), Gama (1998).

Em Santa Catarina dirigiu Avaí, Figueirense e Joinville. em Brasília, foi campeão com Gama e Brasiliense. Pelo Nordeste passou pelo Fortaleza e Náutico e no Norte pelo Paysandu.

Nos últimos anos também atuou como ‘Salvador da Pátria” e livrou vários clubes do rebaixamento como Guarani, Bragantino e Botafogo-SP. Fez isso também na Portuguesa, onde trabalhou vários vezes.