Triste! Centenário, União Barbarense está nas mãos de empresários aventureiros

Com cheques sem fundos, jogadores cobram o clube na justiça e a empresa investidora foge

No ano de seu Centenário, o União Barbarense ainda vive a mercê de empresários aventureiros no futebol. Clube tradicional no Estado de São Paulo, o Leão da 13 vem sendo usado há mais de sete anos por fanfarrões que promete o mundo e no fundo.

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Santa Bárbara D’Oeste, SP, 03 (AFI) – No ano de seu Centenário, o União Barbarense ainda vive a mercê de empresários aventureiros no futebol. Clube tradicional no Estado de São Paulo, o Leão da 13 vem sendo usado há mais de sete anos por fanfarrões que promete o mundo e no fundo acabam deixando o clube na mão, como fez recentemente o empresário Clayton Vieira, investidor por mais de seis anos, que só saiu após o rebaixamento para a Série A2 do Campeonato Paulista, em 2013.

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Após a saída de Clayton Vieira, a empresa Abra Sports, que tem como sócios Jhorley Gasparotto e Abrahão Balaban, assumiram o União Barbarense prometendo levar o clube de volta a elite do Paulistão, mas o que se viu foi a equipe quase sendo rebaixada para Série A3 desse ano e o velho problema voltou ao clube: a falta de pagamento por parte dos investidores. Funcionários, atletas, açougue, padaria, fisioterapia e restaurante foram alvos da empresa que deve mais de R$ 25 mil e não tem prazo para pagamento.

O Portal Futebol Interior obteve informações que alguns atletas que já não estão no clube receberam cheque sem fundo através de Jhorley Gasparotto e irão colocar em protestos. Há jogadores que está há com até três meses de salários atrasados e que acabaram recebendo o cheque sem fundo.

Com tantas dívidas, o presidente do clube, Dario Furlan, já pensa em não disputar a Copa Paulista e acionar a empresa Abra Sports na justiça. O contrato com a empresa já foi enviado ao Departamento Jurídico do clube e se o acerto não for feito, ela será acionada, pois existe uma multa entre ambas as partes.

A Abra Sports havia prometido pagar as dividas que tem com os atletas, funcionários e fornecedores até final de maio, mas o prazo esta se alastrando e o clube poderá ficar todo o segundo semestre sem disputar uma competição.