Tocantinense: Cai o quarto técnico em seis rodadas do estadual

Nei César foi o último e não aguentou o insucesso diante do Interporto por 3 a 0

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Palmas, TO, 26 (AFI) – Primeiro foi Uidemar Oliveira (Interporto). Depois Carlinhos Mineiro (Colinas), em seguida Célio Ivan (Tocantins de Miracema), e agora foi a vez do técnico Nei César (Araguaína). Após cinco rodadas, Nei César foi o quarto treinador a cair no futebol do Tocantinense.

0002048171754 imgNei César não suportou a pressão

O treinador não aguentou o insucesso diante do Interporto por 3 x 0, no último sábado, e ontem à noite foi chamado pela diretoria do Tourão do Norte para comunicá-lo de que não mais comandará o clube no Campeonato Tocantinense Taça Jaime Câmara. Comandando o Tourão do Norte desde o ano passado, quando levou o clube novamente à elite do Tocantinense, até o jogo contra o Interporto no último sábado, foram 15 jogos. Com dez vitórias, quatro derrotas e um empate.

“Saio de cabeça erguida e sabendo que não estamos numa melhor posição, por uma série de problemas. E um deles é que estamos há 60 dias sem receber. Aí ninguém aguenta”, comentou o ex-treinador, que pretende continuar no futebol do Tocantins. Ele que veio do futebol Paraense.

Léo Goiano
Tão logo a diretoria do Araguaína demitiu Nei César já anunciou o substituto. Trata-se de Léo Goiano, que retorna ao clube pela quarta vez. Seu maior feito no comando do Tourão do Norte foi o acesso do Araguaína ao Brasileiro da Série C no ano de 2010. Também levantou a taça em 2012 comandando o time diante do Palmas na final da Segunda Divisão. Seu último clube foi o Lagartense (SE). Léo ficou apenas um jogo. Perdeu para o Sergipe do técnico Vinícius Saldanha por 7 x 0 e a diretoria o liberou logo em seguida.

Na próxima rodada, o Araguaína enfrentará o Colinas, no Estádio Bigodão, no sábado, às 17 horas. Atualmente o time ocupa a sétima posição com apenas quatro pontos. Já o Colinas segura a lanterna com três pontos.

Perfil
Antes de atuar no Tocantins, a história do técnico estava relacionada ao futebol goiano. Atuou como jogador profissional pelo Goiás e Vila Nova. Também esteve no Prudentópolis (SP), Palermo (Itália), Maracá (Equador), Al Khalee e Al Jazirah (Emirados Árabes), onde encerrou sua carreira.

Como treinador já havia trabalhado apenas em times goianos, no Cristalina, Canedense, Aparecidense, Vila Nova. Passou também pelo futebol Amazonense. Até vir parar no Tocantins, onde já comandou o Tocantinópolis, Araguaína e Gurupi.