TJD-SP marca julgamento de doping de Rafael Caldeira, ex-zagueiro do Guarani, para segunda-feira
Defensor testou positivo para Dexamethasone, substância de controle de síntese proteica.
Defensor testou positivo para Dexamethasone, substância de controle de síntese proteica.
Campinas, SP, 22 (AFI) – Ex-Guarani e Santos, o zagueiro Rafael Caldeira será julgado nesta segunda-feira pelo Tribunal de Justiça Desportiva de São Paulo (TJD-SP) por ter sido pego no exame antidoping na sétima rodada da Série A2 do Campeonato Paulista. Ele testou positivo para Dexamethasone, substância de controle de síntese proteica.

Na oportunidade, o zagueiro havia deixado a partida após sofrer uma lesão na costela e, no vestiário, foi tratado com duas medicações. Ele foi suspenso preventivamente por 30 dias – a punição terminou no próximo dia 30 de maio – pelo Tribunal da Federação Paulista de Futebol.
O relato apresentado pela entidade diz que o Guarani se negou a realizar a contra-prova. Tal atitude foi tomada já que o clube garantiu que o jogador havia sido tratado durante a partida e, por conta disso, não havia sentido realizar o exame com o jogador. O médico do clube, Vanderlei Rondini, garantiu em entrevista à Rádio CBN Campinas que o erro foi dos responsáveis pela realização do antidoping.
“Quando ele foi chamado para o antidoping avisamos o pessoal do doping sobre a situação dele. Nós informamos que havia sido utilizada a medicação, e nenhuma pessoa que estava na mesa anotou o que eu falei. Nada disso foi colocado no formulário. Não foi usado antes do jogo, e sim depois que ele saiu machucado”, afirmou o médico.
Além disso, Vanderlei Rondini ainda criticou o fato de ninguém da Federação Paulista de Futebol (FPF) ou responsável por conduzir os exames antidopings dos jogadores anotou o recado passado sobre a substância tomada por Rafael Caldeira durante o intervalo, o que culminou na suspensão do jogador.
“Nós que demos a ele (a medicação) depois do jogo contra o Catanduvense, quando ele sofreu um trauma na costela. O que foi feito no antidoping pode ser chamado de várzea, porque ninguém anotou nada do que foi passado. Ninguém acompanhou o jogador na hora da realização do exame antidoping. Foi uma vergonha”, finalizou.





































































































































