Timão 2 x 0 Inter: Felipe só não fez chover e Mano deu nó em Tite
São Paulo, SP, 17 (AFI) – O Corinthians venceu o Internacional, por 2 a 0, n noite desta quarta-feira, no Pacaembu, e colocou uma mão na taça da Copa do Brasil. O Portal Futebol Interior traz, agora, as notas de Timão e Colorado.
Corinthians
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Felipe: Nota 9,5 – Depois de falhar na decisão do ano passado, Felipe se redimiu pelo menos nessa primeira final. Com defesas espetaculares, o goleirão foi o principal nome do Corinthians. Não fosse ele, o placar poderia até mesmo ter sido desastroso. Só não leva uma nota, pois essa nota deve ser reservada apenas para grandes craques.
Alessandro: Nota 4 – Foi o ponto fraco da defesa. Teve uma atuação discreta no que diz respeito ao setor ofensivo. Na defesa, deu muitos espaços e proporcionou as principais jogadas do Inter.
Chicão: Nota 6 – A zaga corintiana não esteve em uma de suas melhores noites. Se tivesse bem, Felipe não teria sido o melhor em campo. Apesar disso, o xerifão não falhou e cumpriu seu papel quando necessário.
Willian: Nota 5 – A atuação de William foi muito parecida com a de Chicão, embora tenha sido mais discreto. Não deu grandes sustos, mas acabou prejudicado pelo grande número de chances do Inter.
Marcelo Oliveira: Nota 7 – Foi a grata surpresa. O volante, que não jogava desde 2007 por conta de seguidas lesões, mostrou um poder de superação incrível. Não comprometeu na defesa e ainda fez um grande cruzamento no lance do primeiro gol. Pela sua trajetória – chegou a correr risco de ter de amputar a perna -, merecia até mesmo uma nota 10.
Cristian: Nota 6 – Foi um leão em frente a área. Não deu espaços para os meias adversários e jogou com a tradicional garra corintiana. Poderia ter sido um pouco mais eficiente na saída de bola.
Elias: Nota 7 – Também foi bem na marcação, mas mostrou mais qualidade que Cristian na saída de bola. Em uma jogada de inteligência, fez um belo lançamento para o gol de Ronaldo.
Douglas: Nota 6 – Fez aquilo que se espera dele. Distribuiu bem o jogo e ainda roubou uma bola, que culminou o primeiro gol do Timão. Apesar da intensidade do jogo, o meia, que costuma ser sonolento, foi muito bem.
Dentinho: Nota 5 – Apesar do excelente placar para o Timão, foi um dos que menos brilhou em campo. Correu, tentou chamar o jogo, mas acabou sendo pouco efetivo. Para sua sorte, os companheiros de ataque estavam mais inspirados.
Jorge Henrique: Nota 7 – Mais uma vez desempenho uma grande função tática, marcando a saída de bola, principalmente pelo lado direito da defesa colorada. Ele ainda abriu o caminha da excelente vitória, ao marcar um gol.
Ronaldo: Nota 7 – Pegou praticamente duas vezes na bola. Em uma exigiu grande defesa de Lauro. Na outra marcou um golaço. Vai falar mais o quê?
Diego: Sem nota – Entrou na vaga de Marcelo Oliveira e não acrescentou muita coisa.
Boquita: Sem nota – Substituiu Dentinho e também não fez muito além de marcar.
Souza: Nota 0 – Entrou no final, na vaga de Jorge Henrique, e em poucos minutos depois levou o terceiro amarelo, que o tira da segunda final. Que fase!
Mano Menezes: Nota 9 – Para aqueles que dizem que Mano é retranqueiro eis aqui a resposta. O time alvinegro começou bastante ofensivo, com três atacantes e sufocou o Inter. O treinador só recuou a equipe a partir do momento que o placar já apontava 2 a 0.
Internacional
Lauro: Nota 6 – Não teve culpa em nenhum dos dois gols e ainda fez defesas importantes. Pena que o restante do time não colaborou.
Danilo Silva: Nota 2 – Foi o ponto fraco da defesa colorada. Só provou que a improvisação de Tite não deu muito, já que ele é zagueiro. No lance do primeiro gol, conseguiu perder na corrido para Marcelo Oliveira, que não atuava há quase dois anos. Lamentável!
Índio: Nota 3 – Esteve longe de repetir as atuações de outros jogos. Muito lento, não acompanhou o ritmo do ataque corintiano e foi quem tomou o drible desconcertante de Ronaldo no segundo gol. Também não conseguiu ter uma presença ofensiva.
Álvaro: Nota 3 – Entrou em campo para dar botinadas. Logo em um dos primeiros lances já acertou Ronaldo. Talvez no segundo jogo, Tite deva orientá-lo a jogar futebol.
Marcelo Cordeiro: Nota 3 – Também falhou na parte defensiva, principalmente no lance de gol de Ronaldo, que saiu nas suas costas. Mesmo em má fase, a titularidade ainda é de Kléber.
Sandro: Nota 3 – Passou despercebido. Não protegeu a zaga, não ajudou na saída de bola e tão pouco apareceu no ataque. Não é que ele fez lembrar Gilberto Silva!
Magrão: Nota 4 – Outra grande decepção do Inter. Sem as presenças de D’Alessandro e Nilmar, esperava-se que Magrão, pela experiência, assumisse um papel de líder em campo. Ele, entretanto, também não apareceu muito.
Guiñazú: Nota 5 – Também esteve longe de repetir suas boas atuações, mas foi um dos poucos que teve uma atuação razoável. Tentou ajudar na marcação e tentou chegar ao ataque, quando finalizou para boa defesa de Felipe. Mas isso não foi suficiente.
Andrezinho: Nota 4 – O meia viveu de lampejos. Tentou algumas jogadas pelas pontas, deu alguns lançamentos, mas não conseguiu suprir ausência de D’Alessandro.
Taison: Nota 5 – Correu, abriu espaços, buscou o jogo, mas uma andorinha só não faz verão. Poderia ter amenizado o desastre colorado, não tivesse chutado em cima de Felipe, uma bola crucial aos 30 minutos do segundo tempo.
Alecsandro: Nota 3 – Mostrou que está longe do nível do titular Nilmar. Sem a mesma mobilidade, Alecsandro ficou preso na marcação corintiana e praticamente não chutou a gol. Obrigado a sair da área para buscar o jogo, demonstrou não ter muita afinidade com o jogo longe do gol.
Leandrão: Nota 0 – Ficou pouco mais de 20 minutos em campo. Substituiu Alecsandro, não fez nada e acabou expulso por entrada desleal em Boquita.
Glaydson: Sem nota – Substituiu Andrezinho no final e teve pouco tempo em jogo.
Giuliano: Sem nota – Entrou no lugar de Sandro, mas não acrescentou nada.
Tite: Nota 4 – Levou um baile no duelo tático com Mano Menezes. Não conseguiu superar a forte marcação do Timão e ainda cedeu espaços determinantes na defesa. Errou ao improvisar o zagueiro Danilo Silva na lateral e poderia ter colocado mais rápido um meio-campo mais leve. Agora, ficou difícil reverter a situação.





































































































































