Textor processa o Botafogo e cobra R$ 2 bilhões
Botafogo voltou ao centro de uma batalha judicial após John Textor anexar novos documentos a uma ação na Justiça da Flórida.
John Textor acusa dirigentes do Botafogo de interferência e busca uma indenização bilionária de R$ 2 bilhões na Justiça.
Rio de Janeiro, RJ, 12 (AFI) – A briga entre John Textor e o Botafogo ganhou novos capítulos. Nesta sexta-feira, o empresário americano anexou documentos à ação judicial contra a Eagle Bidco na Justiça da Flórida, incluindo o presidente do Botafogo, João Paulo Magalhães, e o ex-presidente Carlos Augusto Montenegro.
Textor busca uma indenização superior a US$ 400 milhões, mais de R$ 2 bilhões, por suposta interferência indevida em seus negócios. O caso envolve a propriedade da SAF Botafogo, a nulidade de um acordo e uma indenização contra os dirigentes do clube.
TEXTOR E A SAF BOTAFOGO
O empresário afirma que a Eagle Bidco não pagou os 24 milhões de dólares acordados em novembro de 2022 para a compra das ações. Segundo ele, isso significa que a transferência nunca foi concluída e que ele ainda detém 90% das ações da SAF Botafogo.
Além disso, Textor alega que João Paulo Magalhães e Montenegro tentaram tirá-lo do comando do Botafogo nos bastidores. Ele cita “interferência ilícita” em seus direitos econômicos e societários.
ACUSAÇÕES E BUSCA POR INDENIZAÇÃO
A ação de Textor também menciona reuniões com GDA Luma Capital e Michele Kang, presidente do Lyon, das quais ele não participou. O americano pede indenização acima de US$ 400 milhões, além de danos punitivos, honorários advocatícios e custas processuais.
Procurados pela reportagem, João Paulo Magalhães e Carlos Augusto Montenegro não se manifestaram até o momento.





































































































































