Tem Guarani no Mato Grosso; teve boa estratégia de Roger, do Bahia
Acompanhe a perspectiva para o Guarani na Série B e destaques dos jogos do Brasileirão
Tem Guarani no Mato Grosso; teve boa estratégia de Roger, do Bahia
1 – Há algum tempo aboli avaliação do chamado pré-jogo, principalmente em se tratando de Série B, pautada por incertezas.
O máximo que se pode dizer de Guarani e Cuiabá é que são equipes bem condicionadas fisicamente, o que recomenda jogo pautado por competitividade na capital mato-grossense.
1A – Treinador bugrino Thiago Carpini fala abertamente que o empate já será resultado aceitável. E tem razão. Se o Guarani pular para 36 pontos, e com mais 24 a disputar, a meta de escapar sem risco teoricamente ficará mais próxima.
1B – Problema é que o adversário tem 36 pontos e igualmente busca situação confortável na classificação.
CORINTHIANS
2 – Que jogo mais esquisito neste empate do Corinthians com o Goiás por 2 a 2.
2A – Corinthians parecia mostrar cara de que venceria a partida naturalmente, após abrir a contagem através do jovem atacante Janderson.
2A – Depois foi diminuindo o ritmo e acabou surpreendido com golaço do atacante Michael, que após jogada pessoal arriscou com sucesso chute de fora da área.
2B – Após virar o placar, a tendência era de o Goiás sustentar o placar, apesar da pressão corintiana. Aí, estupidamente Michael acabou expulso em jogada violenta e desnecessária.
2C – Fim do filme foi um contestado pênalti pró-Corinthians aos 50 minutos e gol de Gustagol.
TREINADOR ROGER
3 – Treinador que pensa o jogo e ensaia alternativas diferentes tem que ser elogiado.
3A – Pois Roger Machado, comandante do Bahia, ciente da inferioridade técnica de sua equipe para enfrentar o Grêmio, optou por se defender com o maior número possível de jogadores, para encurtar espaços de bola trabalhada pelo adversário.
3B – Quando retomava a posse de bola, seu time também procurava atacar, porém com os devidos cuidados.
3C – Curioso é que Roger orientou jogadores velozes que desarmavam jogadas para que arrancassem com a bola individualmente, na expectaiva de terminarem as jogadas. Isso aconteceu com o atacante Gilberto e laterais João Pedro e Giovanni. Bem pensado. Foi uma fórmula de desafogar seu time da pressão adversária em algumas ocasiões.
3D – Treinador Renato Gaúcho precisa repensar variações de seu time. Rodar a bola lentamente no ataque a espera de brecha para ‘espetar’ está manjado, e o adversário tem sabido como fazer a marcação.





































































































































