Técnico quer Talles Magno para ver final do Mundial Sub-17: 'Faz parte do grupo'
"Ele faz parte do grupo. Em todas as preleções, desde o dia que ele se foi, coloco a camisa dele em uma das cadeiras"
"Ele faz parte do grupo. Em todas as preleções, desde o dia que ele se foi, coloco a camisa dele em uma das cadeiras"
Campinas, SP, 15 – O técnico da seleção brasileira sub-17, Guilherme Dalla Déa, tem uma missão para a final do Mundial da categoria, conquistada de forma heroica com a vitória de virada sobre a França por 3 a 2, depois de estar perdendo por 2 a 0, na noite de quinta-feira, no estádio Bezerrão, na cidade-satélite do Gama (DF). Ele revelou que espera contar com um torcedor especial na final contra o México, neste domingo: o atacante Talles Magno.
Em tratamento por lesão muscular na coxa direita sentida na partida pelas oitavas de final contra o Chile, o jogador está no Rio de Janeiro fazendo tratamento no Vasco, seu clube. No entanto, Dalla Déa quer o camisa 11 do Brasil junto com o grupo.
GRUPO GRANDE
“Prometi para o Talles e compartilho aqui: gostaria que ele estivesse aqui na final. Temos que ver com o Vasco. Ele faz parte do grupo. Em todas as preleções, desde o dia que ele se foi, coloco a camisa dele em uma das cadeiras.
Tivemos outros atletas que não puderam vir, o Juan, Paulo Eduardo. Tivemos dois anos e meio de trabalho. Foram 98 atletas que passaram aqui e gostaria de dividir o sucesso com todos eles”, afirmou o técnico.

O Brasil avançou para a decisão do Mundial com 100% de aproveitamento: seis vitórias em seis jogos.
A final será contra o México, que eliminou a Holanda nos pênaltis após empate por 1 a 1 no tempo normal.
O jogo que vale o título será neste domingo, às 19 horas, no Bezerrão.
A seleção brasileira tenta a quarta conquista da competição e está em sua sexta decisão.
MUITO TRABALHO
Depois da euforia da classificação, Dalla Déa já começa o trabalho pensando na final. O técnico sabe que será preciso muito pé no chão e trabalho. Mas confia na capacidade da seleção.
“Primeiro, eu quero rever o México, rever o meu jogo, é importante analisar friamente. Saindo daqui já temos que rever. E aí montar a estratégia de como vai ser.
Todos os jogos eu utilizo a parte estratégica, quando estou ganhando, perdendo ou empatando.
Em tudo vamos sentar com o departamento de análise para que a gente coloque a melhor seleção para fazer um grande jogo”, concluiu.





































































































































