Técnico que ficou 38 dias no Fluminense entra na Justiça e cobra quase R$ 2 milhões
Danos morais, dispensa imotivada e verbas rescisórias estão entre as justificativas na ação do treinador de 69 anos
Danos morais, dispensa imotivada e verbas rescisórias estão entre as justificativas na ação do treinador de 69 anos
Rio de Janeiro, RJ, 15 (AFI) – O Fluminense vai acumulando processos judiciais e não apenas de jogadores, mas também de técnicos que passaram pelas Laranjeiras. Oswaldo de Oliveira comandou o Tricolor por 38 dias no ano passado e cobra R$ 1,87 milhão.
Danos morais, dispensa imotivada e verbas rescisórias estão entre as justificativas na ação do treinador de 69 anos. O caso foi aberto na 42ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro no início deste mês.
Um castigo merecido para o clube das Laranjeiras que, como tantos outros grandes, usa e abusa de menosprezar seus profissionais, tanto técnicos como jogadores. Sem contar a falta de responsabilidade dos dirigentes na condução de seus clubes, não por acaso, todos devendo horrores.
PASSAGEM CONTURBADA
Em sua terceira passagem no Fluminense, Oswaldo chegou em agosto de 2019 como substituto de Fernando Diniz.
Foram sete partidas, duas vitórias, dois empates e três derrotas.
Pressionado desde o início, ele não agradou a torcida nem ao elenco e se envolveu em discussão com o meia Paulo Henrique Ganso.
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