Técnico do Guarani cita experiência na Série A-2 para permanecer em 2014
Pugliese disputou duas vezes a competição com o São José e diz que quer permanecer no time bugrino
Mesmo depois da eliminação precoce ainda na primeira fase da Série C 2013, o técnico Tarcísio Pugliese não esconde a sua intenção de permanecer no comando da equipe campineira na temporada 2014.
Campinas, SP, 13 (AFI) – Mesmo depois da eliminação precoce ainda na primeira fase da Série C 2013, o técnico Tarcísio Pugliese não esconde a sua intenção de permanecer no comando da equipe campineira na temporada 2014. Mas a decisão não depende dele e sim da diretoria bugrina. Por isso o treinador conversou com os dirigentes e citou alguns motivos que podem ser utilizados seu favor no momento que o presidente Álvaro Negrão decidir o nome do treinador que comandará o Bugre na próxima temporada.
Um dos argumentos do treinador é o conhecimento da competição da temporada, a Série A2. Pugliese tenta usar o conhecimento obtido quando comandou o São José por duas vezes na competição e ressalta a vontade de contribuir com o retorno do Bugre para a elite do futebol paulista.
“Tenho vontade de ficar, até porque o Guarani disputará um campeonato que eu conheço bem. Tive duas campanhas com o São José, em uma delas quase subimos e na outra brigamos para não cair. Estou contente no Guarani. O objetivo era montar um time competitivo que conseguisse lutar pelo acesso na Série C. A gente não chegou lá, mas cumpriu a meta”, falou o treinador.
A diretoria do Bugre deve definir a situação de Pugliese nesta segunda-feira, quando o presidente Álvaro Negrão e o diretor de futebol Rogério Giardini, vão conversar sobre o futuro do treinador. Em pauta também uma lista de dispensados depois da eliminação na Série C. Ciente disso Pugliese garante que nada mudou depois do empate contra o Crac.
“As coisas continuam iguais. Conversei com Álvaro esses dias, mas tudo será definido segunda ou terça-feira. Já falei sobre isso. Faz parte da cultura mundial do futebol e aqui no Brasil é ainda mais forte, o treinador é sempre o mais visado. A gente está acostumado com esse tipo de situação”, finalizou.





































































































































