Técnico diz que assume a Ponte Preta mais amadurecido: “Estou muito bem qualificado”

"Mais do que tudo, nosso time vai ser determinado e guerreiro, bem ao estilo do clube" - diz Brigatti aos 55 anos

"Mais do que tudo, nosso time vai ser determinado e guerreiro, bem ao estilo do clube" - diz Brigatti aos 55 anos

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Campinas, SP, 24 (AFI) – Com a missão de substituir Gilson Kleina, o técnico João Brigatti assumiu nesta segunda-feira o comando da Ponte Preta. E numa semana decisiva, com o duelo contra o Vila Nova-GO, quinta-feira, pela segunda fase da Copa do Brasil e depois pega o São Paulo, domingo, no Morumbi, pela 8.ª rodada do Campeonato Paulista. A receita inicial vai ser o fator motivacional.

“Nós precisamos de tempo para trabalhar, mas vamos ter dois jogos decisivos nesta semana. Mais do que tudo, nosso time vai ser determinado e guerreiro, bem ao estilo do clube.

Nós vamos trabalhar demais em busca das vitórias, mas sei que precisamos ter equilíbrio entre os três setores” – revela Brigatti.

Brigatti volta ao Majestoso mais qualificado
Brigatti volta ao Majestoso mais qualificado

VAI SER DIFERENTE
Em relação à sua volta ao comando da Ponte Preta ele garante que “vai ser diferente”. Argumenta que está bem mais qualificado para o cargo.

“Eu fiz vários cursos de aperfeiçoamento na CBF e aprendi muito, o que me deu grande bagagem. Ao mesmo tempo, fiquei sete meses no Paysandu e depois oito meses no Sampaio Corrêa.

Olha que hoje em dia não é fácil um técnico ficar tanto tempo num clube. Estou em condições de motivar os atletas e dar qualidade ao trabalho do grupo” – assegurou.

EXTRAIR O MÁXIMO
Diante de uma situação emergencial, com dois jogos importantes na semana, Brigatti comentou que tentará extrair o máximo de cada jogador. Mas já avisou a diretoria que no Brasileiro da Série B o elenco vai ter que ser maior:

“Até para suportar a logística da competição, onde você joga hoje no Sul e no dia seguinte lá no Nordeste”.

João Brigatti tem 55 anos. Goleiro revelado pela Ponte Preta atuou na seleção brasileira de base e atuou até os 35 anos. Trabalhou muitos anos como treinador de goleiros, inclusive, na seleção da Jamaica, com Renê Simões.

Iniciou a carreira de técnico em 2016, tendo passado por várias funções na própria Ponte Preta entre 2016 e 2018.