Técnico deixa o comando do Taquaritinga pela 2ª vez no ano
Taquaritinga, SP, 27 (AFI) – Alegando motivos pessoais, o técnico Michael Robin (foto) deixou mais uma vez o Taquaritinga na mão no Campeonato Paulista da Série A2. Na última quarta-feira à tarde, após a derrota fora de casa para o Oeste, por 1 a 0, pediu demissão em sua segunda passagem pelo clube em menos de um mês.
Anteriormente, em sua primeira passagem, ele ficou somente três partidas, entre a oitava e décima rodada. Dessa vez, bateu recorde e comandou a equipe somente em duas oportunidades.
Sua reestréia foi contra o São Bento, no último fim de semana. Fora de casa, empatou por 1 a 1 e manteve as chances de classificação do CAT à segunda fase da competição. Mas a derrota para o Oeste acabou com qualquer sonho. Faltando apenas duas rodadas para o término da primeira fase, o Taquaritinga tem 19 pontos, sete a menos que o São José, oitavo colocado e que ainda tem um jogo a menos.
A diretoria ainda não definiu o substituto, mas, como falta somente dois jogos para acabar a competição, é provável que algum membro da comissão técnica assuma interinamente. Sem chances de classificação, o time, na 13ª colocação, está a apenas dois pontos da zona do rebaixamento, e no domingo encara o líder Santo André, em casa.
Histórico
A história de Robin no CAT teve, ao todo, cinco capítulos. Começou com a goleada sobre a Internacional, em casa, por 4 a 1. Depois disso, foram duas derrotas, para Monte Azul, por 2 a 0, e Ferroviária, por 3 a 2, e a saída precoce do comando técnico.
Para seu lugar, chegou Ciro Rios, que, em cinco jogos, obteve duas vitórias, um empate e duas derrotas. Uma delas, a goleada sofrida em casa para o Mogi Mirim, por 5 a 2, trouxe de volta Michael Robin para o clube.
O Taquaritinga foi a terceira equipe comandada por Robin em 2008. Primeiro, ficou um jogo à frente do Independente na Série A3. Assim como no CAT, saiu sem uma explicação convincente e acertou com o rival de Limeira, a Internacional.
Assim como em 2007, quando teve um desempenho abaixo da média na Inter, só somou maus resultados – duas derrotas e um empate -, contribuindo para o rebaixamento da campeã paulista de 1986, confirmado na última quarta-feira, com a derrota para o Olímpia, em casa, por 1 a 0.





































































































































