Técnico brasileiro aparece em lista para assumir seleção africana

Marcio Máximo deixou a seleção de Guiana após dois anos

Treinador ficou entre seis nomes para serem escolhidos

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Técnico Márcio Máximo - Foto: DIvulgação

Campinas, SP, 25 – O técnico brasileiro Marcio Máximo está de volta ao mercado, após quase 02 anos no comando da Seleção de Guiana no qual tinha opção de renovação, mas preferiu retornar ao Brasil e já começou a ter seu nome cogitado principalmente no Continente Africano.

Após trabalho de 02 anos frente a Seleção de Guiné o técnico Márcio Máximo já entra no radar de seleções e recentemente teve seu nome na Seleção de Lesoto que tinha lista com 106 nomes de técnicos com maioria europeus, o brasileiro ficou entre os 06 primeiros para escolha final e ficou muito contente em ver o trabalho do profissional brasileiro ser reconhecido fora do seu país,

“Entre 106 candidatos e ficar entre os 06 primeiros para escolha final já valoriza  o nosso trabalho feito até agora, mesmo com a maioria técnicos europeus na disputa nos dá certeza de que podemos equilibrar o mercado no Brasil ou no Exterior”, disse o treinador.

Com seu nome especulado principalmente fora do Brasil, Marcio Máximo se preparou muito para novos desafios em 2022 e nesta última terça-feira (22), o treinador recebeu a aprovação de Licença de Treinadores PRO CONMEBOL, ele já havia concluído a Licença PRO CBF e foi um dos primeiros profissional a realizar o Curso CBF Academy.

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Márcio Máximo recebeu a licença Pro da Conmebol – Foto: Divulgação

VASTA EXPERIÊNCIA

Com trabalho realizado em quatro dos cinco continentes o treinador tem passagem por 05 seleções e 05 Eliminatórias, seu primeiro trabalho foi na Seleção Brasileira Sub 17 e 20 onde fez parte da comissão técnica entre 1991 a 93 e foi campeão Mundial Sub 20 e bicampeão Sul Americano sub 17, fez parte também da comissão técnica da Seleção do Qatar em 1994, no Rio de Janeiro comandou o Mesquita e Barra da Tijuca.

O trabalho de Marcio Maximo em seleções tem sido muito elogiado com renovação e oportunidades para jovens atletas que ganharam o mundo atuando em grandes clubes europeu, comandou a Seleção de Ilhas Cayman de 1999 a 2002 onde abriu porta para ser o primeiro técnico brasileiro a treinar no Reino Unido, comandou o Livingston, da Escócia, em 2003 e conquistou a Taça Liga da Escócia.

Foi contratado para comandar a Seleção da Tanzânia onde permaneceu por 04 anos com grande trabalho, voltou ao Brasil e comandou o Democrata de Governador Valadares, mas em 2014 voltou para África para comandar o Young Africans e levou sua equipe ao título da Premier League Tanzania.

Seu último trabalho foi no comando da Seleção de Guiana de 2019 a 2021 na disputa de Eliminatórias Concacaf e classificação da equipe na Copa Ouro pela segunda vez na história.