Sul-Americana: Lanús tem antecedentes de violência e mortes; lá Leão foi agredido
Dois torcedores do clube argentino foram mortos nos dois últimos anos
Campinas, SP, 06 (AFI) – A quantas anda o policiamento para o jogo entre Lanús e Ponte Preta no Estádio Nestor Dias Perez, popularmente identificado como Fortaleza, na Argentina?
Considerando-se o histórico de violência protagonizado pela coletividade do Lanús nos últimos dois anos, cabem aos dirigentes pontepretanos a exigência de atitudes preventivas do policiamento para resguardar os seus torcedores visando à partida que decidirá o campeão da Copa Sul-Americana na próxima quarta-feira.
Além de duas mortes de torcedores do Lanús em dois anos consecutivos durantes jogos do clube, não pode passar despercebido que foi lá na Fortaleza que o treinador Emerson Leão foi espancado no rosto na primeira partida da final da Copa Conmebol.
Em junho passado, num confronto entre fanáticos pelo Lanús e policiais, o torcedor identificado por Zurdo foi baleado no abdômen e morreu a caminho do hospital, segundo informações do portal Fox Sports.
Torcedores de uma facção denominada ‘barras bravas’ do Lanús foram impedidos de entrar no estádio do Estudiantes de La Plata com bandeiras e se rebelaram, dando início a confusão. A partida foi paralisada no intervalo, quando o Estudiantes vencia por 2 a 0.
Barras bravas é um segmento de torcedores sem a mesma organização das uniformizadas, não é composta por associados ou estrutura hierárquica. O lema é canto contínuo de apoio ao time de futebol, com aumento de intensidade quando está perdendo.
Em maio do ano passado registro para briga entre torcedores do Lanús e All Boys, que resultou na morte de Daniel Sosa, 21 anos, adepto do time grená.
Além da vítima fatal, cinco pessoas ficaram feridas na ocasião, duas delas em estado grave.
Leão e atletas
Nos tempos de treinador do Galo mineiro, Leão se envolveu em confusão no campo do Lanús, após goleada de sua equipe por 4 a 1, e foi agredido por um funcionário do clube com uma barra de ferro.
O reflexo foi fratura de malar e maxilar, e por isso ele teve que recorrer a uma cirurgia para reconstituição parcial do rosto, segundo informações.
Além de Leão, o atleta Dedê levou uma pancada na nuca e desmaiou, enquanto o volante Doriva e Roberto foram vítimas de socos e pontapés.





































































































































