Sobrou "gente boa" para a Seleção FUTEBOL INTERIOR do PAULISTA A3
Os 11 foram escalados, mas teve muitos jogadores que também comeram a bola na 2.ª rodada do Quadrangular
Campinas, SP, 24 (AFI) – O Interior está fervendo com os jogos equilibrados e emocionantes do Quadrangular Final do CAMPEONATO PAULISTA DA SÉRIE A3. Tanto que cada um dos grupos tem dois líderes com os mesmos quatro pontos e ninguém manteve os 100% de aproveitamento nesta fase. No final de semana já acontece a terceira rodada, a última do primeiro turno.
E para formar a Seleção FI não foi fácil, porque havia vários nomes na mesma posição. Por isso mesmo, além do escolhido, outros jogadores foram citados, naturalmente, por merecimento. O Novorizontino, vice-campeão paulista de 1990, o time de Novo Horizonte parece estar animado, de novo, em voltar aos dias de glórias.
Família De Biasi, dando suporte para renascimento do NovorizontinoEstá organizado e com dinheiro em caixa, com a ajuda da família De Biasi, que também brilhou nos anos 90, então, sob o comando de Jorge De Biasi, que revolucionou o time da cidade, colocando-o na elite paulista. O estádio da cidade leva, com justiça, o seu nome. Uma história bonita.
Confira a SELEÇÃO FUTEBOL INTERIOR da 2.ª rodada do Quadrangular Final do PAULISTA A3:
Cleriston (Sertãozinho);
Alan (Água Santa), Diego Borges (Sertãozinho), Dener Gaúcho (Independente) e Renan (Novorizontino);
Elder (Sertãozinho), João Gabriel (Matonense), Junai (Matonense) e Cléo Silva (Rio Preto);
Danilo (Água Santa) e Dairo (Independente).
Técnico: José Carlos Serrão (Sertãozinho)
Goleiro: Cleriston (Sertãozinho)
O Sertãozinho chegou a ficar com dois jogadores a menos contra o São José “B” e foi aí que brilhou a estrela do goleiro Cleriston. O arqueiro foi muito bem quando exigido e tem total “culpa” na vitória por 1 a 0. Com bom reflexo e grande elasticidade, brilhou principalmente na reta final do confronto, que foi quando mais foi pressionado pelo adversário. Importante citar que Marcelo Bonan fez três grandes defesas que, praticamente, garantiram a vitória do Independente no clássico de Limeira sobre a Internacional, por 2 a 1. Maurício, do Água Santa, também foi muito bem.
Lateral-direito: Alan (Água Santa)
Seguro na defesa, o lateral Alan foi ainda melhor no ataque, onde criou boas oportunidades e infernizou a defesa do Novorizontino. Em um de seus lances de ataque, Alan sofreu o pênalti que originou o gol do Água Santa. Foi essencial ainda ao apoiar nas jogadas ofensivas e realizar sempre perigosos cruzamentos. Outro destaque foi Lucas Newinton, muito agressivo, pelo Rio Preto.
Diego Borges, do Touro
Zagueiro: Diego Borges (Sertãozinho)
Ao lado de seu parceiro de zaga, André Martins, o defensor Diego Borges fez uma grande partida contra o São José “B”, sendo peça fundamental para que o setor defensivo não fosse vazado. Com bom porte físico, venceu a maioria das jogadas aéreas. No chão, não deu espaço para os atacantes do adversário e por muitas vezes parecia um carrapato.
Denner Gaúcho: Independente
Zagueiro: Dener Gaúcho (Independente)
Cabeludo e raçudo. Joga com o cabelo preso, mas solta as pernas nos adversários para matar as jogadas. Ex-Velo clube, com 1,85 e altura, é muito experiente. Foi importante no sistema defensiva do Independente, que sofreu muita pressão no final do jogo, principalmente na etapa final.
Lateral-esquerdo: Renan (Novorizontino)
Emprestado pela Ponte Preta tem sido muito regular e parece, aos poucos, ir ganhando a maturidade suficiente para vestir uma camisa de peso como da Macaca. É um jogador de boa formação, que sabe apoiar. É mais ala do que lateral.
Volante: Elder (Sertãozinho)
Forte fisicamente, foi o grande jogador da vitória do Sertãozinho diante do São José “B” por 1 a 0. Além de cumprir bem seu papel de dar proteção para a defesa do Touro dos Canaviais, ainda foi ao ataque e anotou o gol da vitória ao aproveitar bem escanteio batido. Dono do meio de campo, muitas vezes parecia correr por dois jogadores.
Meia: João Gabriel (Matonense)
É um jogador de muitas qualidades técnicas. Teve duas chances em seus pés dar a vitória em cima do Rio Preto, que saiu na frente. Mas deu assistência que originou o gol de empate da SEMA. Além disso, é importante lembrar que se trata de um meia diferenciado, com técnica, visão de jogo e que não vai ficar muito tempo na Matonense porque já tem time grande de olho nele. É acabar a Série A3 para ele voar…
Cléo Silva (camisa 10) foi destaque do Rio PretoFoto: José Paulo Necchi Oliveira
Meia: Junai (Matonense)
Entrou em campo aos 30 minutos, ainda do primeiro tempo e deu outro aspecto ao time. Não bastasse, deixou a sua marca. Valeu a sua experiência dentro de campo. Segurou a bola, pediu calma aos companheiros e soube “dominar o jogo”. Acabou sendo importante no empate fora de casa. Como sempre, Pereira, do Novorizontino foi “o dono da bola” no empate com o Água Santa.
Meia: Cléo Silva (Rio Preto)
O motorzinho do Verdão ou Jacaré como é conhecido o Rio Preto, comandado pelo técnico Ito Roque. Enquanto Cléo teve gás chamou a atenção, mas seu time teve um empate com sabor de derrota. Com a expulsão do atacante Dieguinho, no começo do segundo tempo, Cléo, foi obrigado acumular mais uma função em campo. Deu passe, para Jean Carlos inaugurar o placar.
Atacante: Danilo (Água Santa)
Oportunista, mostrou sangue frio para executar com perfeição a cobrança de pênalti no empate por 1 a 1 contra o Novorizontino. Com boa presença de área, o atacante incomodou a defesa adversária e poderia até mesmo ter anotado mais gols.
Dairo: Independente
Atacante: Dairo (Independente)
Num jogo decisivo, no dérbi de Limeira, marcou os dois gols que deram ao Independente a supremacia diante da rival Internacional. Aliás, Dairo, formado na base do Guarani, é um jogador que tinha todas as condições de ter percorrido um caminho de sucesso.
Não soube aproveitar as chances que teve e agora pena na Série A3. No clássico, destaque também para o atacante Jardel, da Internacional. É grande, faz bem o pivô na área e se posiciona muito bem. Tanto que marcou o gol solitário da Inter, após passe do veterano Luis Mário.
Técnico: José Carlos Serrão (Sertãozinho)
Depois que foi surpreendido na estreia pelo Novorizontino, por 3 a 0, em asa, muita gente achava

que o Touro dos Canaviais estaria morto. Mas sob a batuta de Serrão, o Touro foi valente e venceu o São José “B”, em Bragança Paulista, no Estádio Nabi Abi Chedid.
Não foi uma vitória fácil, mesmo porque o Sertãozinho foi visivelmente prejudicado pela arbitragem e uma mulher (pouco comum): Regildênia de Holanda Moura. Uma atuação ruim e até tendenciosa. Deu na cara. Expulsou dois jogadores do Sertãozinho – Lucas e Adriano Paulista, dois importantes jogadores e que serão desfalques na terceira rodada, contra o Água Santa.





































































































































