Silvio Gumiero: Vai Gylmar, que o céu é teu...

“A taça do mundo é nossa, com o brasileiro não há quem possa, eeta esquadrão de ouro..”

Embalada nessa música, a Seleção Brasileira foi campeã mundial em 1958 e bi em 1962. Gylmar; De Sordi (Djalma Santos), Belline, Zózimo e Nilton Santos; Zito e Didi; Garrincha, Vavá, Pelé e Zagalo.

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“A taça do mundo é nossa, com o brasileiro não há quem possa, eeta esquadrão de ouro..”

Embalada nessa música, a Seleção Brasileira foi campeã mundial em 1958 e bi em 1962. Gylmar; De Sordi(Djalma Santos), Belline, Zózimo e Nilton Santos; Zito e Didi; Garrincha, Vavá, Pelé e Zagalo. Com essa escalação a Seleção terminou o último jogo em 1958 contra a Suécia.

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De Sordi jogou 5 jogos e Djalma Santos, a final. Em 1962 foi assim: Gylmar; Djalma Santos, Mauro, Orlando e Nilton Santos; Zito e Didi; Garrincha, Vavá, Pelé (Amarildo) e Zagalo. Pelé se machucou e Amarildo foi até a final, contra a Tchecoslováquia.

Perdemos vários campeões mundiais, mais recentemente Djalma Santos com 84 anos e agora De Sordi com 82 e Gylmar com 83. Gylmar foi o grande goleiro do Brasil, o maior de todos os tempos.

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Começou no Jabaquara de Santos, foi para o Corinthians em 1951 e jogou até 1961, completando 395 jogos. De 1962 a 1969 jogou no Santos, com 330 jogos. Na Seleção, 103 jogos. Alto, sereno, educado, um verdadeiro gentleman, Gylmar pegava muito.

Eu tive o prazer de vê-lo jogar, cruzar com ele em Santos e a oportunidade de estar com ele em um jantar comemorativo do aniversário da Ponte Preta, na Sede das Paineiras. Eu não me contive e fiz uma tietagem. Pedi o seu autógrafo. Ele, humildemente, pegou o guardanapo de papel, pediu uma caneta emprestada do garçom, fez uma dedicatória e assinou: Gylmar.

Só aí é que eu fiquei sabendo que o seu nome era com Y. Salta Gylmar, que os anjos te esperam!!!