Sílvio Gumiero: Ainda dá pra seleção. É só trocar o treinador.
O técnico da seleção está com o mesmo estilo de jogo de 2002. Ou seja, está defasado.
Mais um sufoco. Mais um empate. Só que esse contra o Chile, foi diferente daquele contra o México.
Mais um sufoco. Mais um empate. Só que esse contra o Chile, foi diferente daquele contra o México. Teve prorrogação, pênaltis e a sorte ou sei lá o que, pendeu para o lado brasileiro. Na véspera do jogo, na entrevista coletiva, o Felipão jogou um balde de água fria na imprensa brasileira, na torcida e o que é pior nos seus comandados. Felipão declarou: “perder para o Chile, não é o fim do mundo e não adianta se jogar em um poço. A vida vai seguir e pronto.” Ora, a principal virtude desse treinador é a motivação e ele vem com esse papo negativo. O capitão da Seleção, Thiago Silva, foi influenciado pelas palavras do comandante e disse: “o Chile também tem o mesmo objetivo do Brasil, se perdermos paciência”.
Aí veio o jogo. O time não teve postura de pentacampeão. O elenco é de excelente qualidade, mas os 11 que entraram em campo não fizeram uma movimentação necessária para abrir brecha na baixa defesa chilena. Não vi nenhuma jogada ensaiada, nem em bolas paradas. O meio de campo não existiu e sem ele o time ficou sem alma. O time vive das jogadas do Neymar, mas ele não estava em estado de graça. Felipão é o mesmo de 2002, portanto está muito defasado. Ele não se reciclou. Para a Seleção melhorar é preciso dar o boné para o Felipão e nomear outro treinador. Mas como isso não vai acontecer, talvez o Brasil chegue até a semifinal. O próximo jogo será dia 4 de julho, às 17h, em Fortaleza contra a Colômbia, que venceu o Uruguai por dois a zero. Poderá passar, depois vai perder para a Alemanha e se contentar, disputando o terceiro lugar. Coisas da teimosia de um treinador.





































































































































