Silvio Gumiero: A desculpa de Felipão e a tática das Seleções para a Copa 2014
Felipão veio "com uma conversinha pra boi dormir" ou como prefere alguns "com aquele papo de cerca Lourenço"
Na convocação da Seleção Brasileira para os jogos contra a Austrália e Portugal, o treinador Felipão escolheu 22 jogadores, com 3 novidades. Maicon, agora da Roma, Ramires do Chelsea e Henrique do Palmeiras, que está na segunda divisão.
Na convocação da Seleção Brasileira para os jogos contra a Austrália e Portugal, o treinador Felipão escolheu 22 jogadores, com 3 novidades. Maicon, agora da Roma, Ramires do Chelsea e Henrique do Palmeiras, que está na segunda divisão. Para justificar a convocação do Henrique, Felipão veio “com uma conversinha pra boi dormir” ou como prefere alguns “com aquele papo de cerca Lourenço”.

Ele declarou que para o jogador ser convocado, ele precisa estar jogando, independentemente de qual divisão. Seja na primeira, na segunda ou na terceira. Ah, para com isso.
Ninguém é bobo. Felipão já conhece muito bem o Henrique, quando treinou o Palmeiras por dois anos, e, queria porque queria, a sua convocação. É só um capricho do Felipão, porque o Henrique não tem bola para ser titular na Seleção.
Duvido que qualquer outro jogador que não esteja disputando o Brasileirão seja convocado por Felipão. Passo ao esquema tático das seleções que disputaram a Copa das Confederações. A FIFA tem um Grupo de Estudos Técnicos, que foi criado a partir da Copa do Mundo de 1966 na Inglaterra. O seu presidente é o ex-jogador e ex-treinador Jean Paul Brigger. O representante brasileiro desse Grupo na Copa das Confederações foi o ex-jogador e capitão da Seleção Brasileira campeã em 2002, Cafu.
Segundo esse Grupo, o Brasil jogou assim: no esquema tático 4-3-3, com ataque dos laterais, boas ações individuais, jogadas ensaiadas que levaram perigo aos adversários, pressão na bola, defesa compactada, saída com velocidade da defesa para o ataque, técnica apurada, combinações de passes e aproveitamento do campo todo. Uma surpresa foi a presença do esquema 2-5-3.

Conforme o andamento da partida e quando estava atacando, teve seleção que usou o 2-5-3, para manter a superioridade numérica no meio-de-campo. A Espanha joga muito nesse esquema quando ataca.
Os ex-treinadores do Barcelona Pepe Guardiola e Tito também gostavam de usar esse esquema. Agora com Gerardo Martino no comando do Barça, não sei se esse esquema vai prevalecer. Volto e finalizo com a Seleção Brasileira. Com todas as virtudes detectadas pelo Grupo de Estudos Técnicos da FIFA e se jogar como na Copa das Confederações, a Taça do Mundo poderá ficar no Brasil.





































































































































