Série D: Técnico da Aparecidense se defende e também pede punição ao Tupi
O time mineiro abriu os portões e permitiu que torcedores fossem para cima da equipe adversária
Após a polêmica no jogo entre Aparecidense e Tupi, pelas oitavas de final da Série D do Campeonato Brasileiro, em que o massagista do time visitante invadiu o campo e evitou o gol da classificação do adversário, nos minutos finais do jogo.
Aparecida de Goiânia, GO, 09 (AFI) – Após a polêmica no jogo entre Aparecidense e Tupi, pelas oitavas de final da Série D do Campeonato Brasileiro, em que o massagista do time visitante invadiu o campo e evitou o gol da classificação do adversário, nos minutos finais do jogo, o técnico do Aparecidense, Karmino Colombini, disse que entende as acusações contra seu time, mas entende que o Tupi também deve ser punido.

“Qualquer atitude para moralizar o futebol tem que acontecer, no sentido de justiça. Primeiro, eles teriam de ser punidos porque nós fomos agredidos e houve invasão de campo por torcedores e três atletas partiram para cima de membros da nossa comissão técnica”, afirmou o treinador que também elogiou o trabalho da polícia local.
“Se não fosse o excelente trabalho da polícia, os nossos profissionais corriam risco até de morte, já que a torcida adversária correu para cima”, explicou.
Colombini também defendeu o massagista Esquerdinha e assegurou que a atitude de impedir o gol foi algo instintivo e não premeditado como o técnico do Tupi, Felipe Surian, chegou a cogitar.
“Não é algo que ele ficou raciocinando. Foi uma irresponsabilidade, mas ele está arrependido e sabe que errou. Eu não pedi para ele ficar ali, nem ele imaginava que a bola iria passar por perto do gol”, disse.
Além disso, o treinador ainda reclamou da forma como a Aparecidense tem sido tratada após o ocorrido. Segundo Colombini, o time é visto com maus olhos por um lance isoldado.
“O que não pode acontecer é diminuírem o clube, o nome da Aparecidense. Não é justo que o clube seja odiado por esse lance. Queremos um futebol brasileiro moralizado e não podemos ser tratados como bode expiatório. Nada justificava eles abrirem o portão para colocar em risco a vida de profissionais da nossa equipe”, concluiu.





































































































































