Série D: Em crise sem fim, jogadores do Barueri fazem greve
Com salários e direitos de imagens atrasados há dois e três meses, respectivamente, os atletas se recusaram a treinar nesta terça-feira
A situação do Barueri é das piores possíveis. Dentro de campo a crise está escancarada. Sem nenhum ponto conquistado, o time paulista ocupa a lanterna do grupo 6 da Série D.
Barueri, SP, 12 (AFI) – A situação do Barueri é das piores possíveis. Dentro de campo a crise está escancarada. Sem nenhum ponto conquistado, o time paulista ocupa a lanterna do grupo 6 da Série D do Campeonato Brasileiro e muito provavelmente não se classificará para a próxima fase. Anteriormente na Série A2 do Campeonato Paulista, o time presidido por Alberto Ferrari acabou rebaixado.

O que é visto nos gramados, porém, é apenas o reflexo da situação fora dele, onde o clube sofre com uma péssima administração. Dono da rede de academias K2, que conta com mais de dez franquias pelo Estado de São Paulo, o mandatário, segundo denuncias, não paga os salários dos atletas há dois meses e há três, o elenco não recebe os direitos de imagem. Fazendo com que o ambiente seja o pior possível.
Cansados das falsas promessas feitas por Paulo Fernandez, que treinou o time nas duas primeiras rodadas e depois deu lugar à Eder Silveira, mas ao que tudo indica não deixou o Barueri em nenhum momento e de Katia Nakagima, que se intitula manager do clube e que inclusive é casada com o ex-treinador, os atletas “cruzaram os braços” nesta terça-feira e se recusaram a treinar.
Ainda segundo denuncias, a direção não tem previsão para quitar os vencimentos, já que espera pela chegada de um investidor, que nunca aparece ou talvez nem mesmo exista. Nem mesmo o pentacampeão do mundo Edmílson, que era vice-presidente do clube, aguento tantas coisas erradas e deixou o Barueri.





































































































































