Série C: Treinador do Santa Cruz elogia postura da equipe e comemora fim do jejum

Após cinco jogos se vitória, o Santa Cruz finalmente voltou a sentir o gosto de conquistar três pontos em uma partida

Após cinco jogos se vitória, o Santa Cruz finalmente voltou a sentir o gosto de conquistar três pontos em uma partida

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Recife, PE, 28 (AFI) – Após cinco jogos se vitória, o Santa Cruz finalmente voltou a sentir o gosto de conquistar três pontos em uma partida, o que o coloca de volta na briga pelo acesso à Série B. A cobra-coral foi à Itu para encarar o Ituano e saiu de São Paulo com uma vitória por 2 a 1 na bagagem.

NOVA FORÇA

Segundo o treinador Marcelo Martelotte, a vitória sobre os paulistas eleva a moral do grupo, que agora foca em uma sequência positiva para garantir o acesso.

Foto: Rafael Melo / SCFC

Foto: Rafael Melo / SCFC

“Houve essa mudança de atitude, de postura, desde o primeiro minuto de jogo. Isso, agregado à qualidade que nosso time tem, ao entendimento do que a gente necessitava ao longo do jogo, mesmo saindo atrás do placar. Tomamos um gol acidental que poderia trazer uma intranquilidade até pelo momento, pelas dificuldades que a gente vinha encontrando nessa fase do campeonato, mas a reação foi muito positiva”, afirmou o técnico.

POSTURA
Para Martelotte, os jogadores mudaram sua postura durante a partida, mostrando mais garra e vontade de sair de campo com a vitória.
“A gente já via nossos jogadores se cobrando e entendendo que ia haver a virada, e a atitude foi muito positiva durante todo o jogo. O que a gente fez durante a semana, o que a gente passou pros jogadores, inclusive ontem, na véspera do jogo, os vídeos, o fato da gente ter viajado e passado o Natal fora de casa, e os jogadores receberem o vídeo, as mensagens dos familiares. Eu acho que tudo isso foi importante, mas, o mais importante, foi como os jogadores encararam toda essa semana”, disse.
“O que se observa em termos de trabalho, o que se avalia, é o que é colocado em prática na hora do jogo, então, eu acho que o mais importante é o trabalho dos jogadores. A gente trouxe as ferramentas para eles, para que houvesse essa mudança, mas o mais importante foi a maneira como eles assimilaram e a postura que eles tiveram dentro do jogo”, finalizou o treinador.