Série C: Treinador destaca o futebol de jovem promessa do Grêmio Barueri

O jogador marcou seu primeiro gol como profissional no empate contra o Betim

Titular nas últimas partidas do Grêmio Barueri pela Série C do Campeonato Brasileiro, Paulinho vem se destacando e chamando atenção do técnico Francisco Diá, o comandante da equipe barueriense vem demonstrando que confia no atleta.

Barueri, SP, 13 (AFI) – Titular nas últimas partidas do Grêmio Barueri pela Série C do Campeonato Brasileiro, Paulinho vem se destacando e chamando atenção do técnico Francisco Diá, o comandante da equipe barueriense vem demonstrando que confia no atleta, dando chances como titular e até mesmo nos treinos, onde a presença de Paulinho nas formações de Diá sempre é constante.

Nascido em 23 de Julho de 1993 e criado em Simões Filho, cidade localizada na região metropolitana de Salvador, Bahia, Paulo Roberto de Jesus Ribeiro, o Paulinho, vem de família humilde, mas segundo ele muito unida. Paulinho conversa com seus familiares e com seu irmão todos os dias, seu irmão é Paulo Marcos de Jesus Ribeiro, mais conhecido como Paulão, zagueiro do Cruzeiro de Minas Gerais e que acumulou várias títulos no futebol chinês.

Assim com a maioria dos garotos, Paulinho também começou como atacante, sempre foi um jogador rápido e gostava de marcar gols, foi assim na ABB, seu primeiro clube. Logo após, veio a primeira experiência longe da família, Paulinho foi para a Portuguesa de Desportos e foi ali que começou a virar volante e tomar gosto pela posição, após passar 10 meses no time do Canindé, o jogador foi para o Rio Branco de Americana, onde jogou o paulista juvenil.

Em 2010, chegou ao Grêmio Barueri, clube onde Paulinho está até hoje, porém, no meio dessa passagem veio um empréstimo para o Grêmio de Porto Alegre, onde ficou emprestado por 5 meses no time gaúcho, uma das potências do futebol nacional.

Após realizar uma boa Copa São Paulo de Futebol Juniores no ano passado, Paulinho subiu para o profissional do Barueri e lembra até hoje a data de sua estreia pelo time. No dia 14 de Fevereiro de 2012, entrou em campo pela primeira vez como profissional, o jogo foi na Rua Javari contra o Palmeiras B, sendo esse, um dos momentos mais marcantes de sua carreira.

O outro momento marcante de sua carreira foi mais recente, mais exatamente no dia 31 de Agosto de 2013. Paulinho estava no banco de reservas, entrou na partida, lançou Jefferson Recife que sofreu pênalti e mesmo sendo um dos mais jovens do elenco, mostrou personalidade, pegou a bola, bateu a penalidade e converteu, marcando seu primeiro gol como profissional.

Paulinho diz que se espelha em seu irmão Paulão, gosta da maneira de jogar de Ramires (Chelsea) e Paulinho (Tottenham) e também se inspira em Alê, volante do Grêmio Barueri, um dos mais experientes do elenco e um profissional sério, tranquilo e que ajuda muito os mais jovens do elenco.

Sobre o apelido, ele gosta de ser chamado de Paulinho, apesar de na última partida contra o Guarani ter sido divulgado Paulão na escalação oficial. A mudança foi feita pela diretoria, pois recentemente, Paulinho Oliveira foi contratado. Paulinho não quer repetir o nome do irmão, até para evitar comparações. Falando sobre seu irmão, Paulinho diz que nunca jogou contra Paulão ou até no mesmo time, e isso é algo que sempre passa pela sua cabeça.

Confira as curiosidades do jogador:
Maior sonho: atuar por um clube grande e ajudar minha família.

Nas horas vagas: Gosto de ficar em casa, concentrado, ou sair com os amigos.

Se não fosse jogador: Por ser baiano, seria um bom pagodeiro, tocaria algum instrumento. Seguiria o lado musical mesmo.

Principais qualidades: Bato bem na bola, chegou bem ao ataque e gosto de finalizar.

Principais defeitos: Melhorar a minha marcação e escutar os mais velhos, não bater de frente.

Tipo de música preferida: Gosto de pagode, de louvor, de rap e hip-hop também.

Sobre a estrutura do Grêmio Barueri: Uma das melhores que eu já trabalhei, já estou aqui a três anos e pretendo continuar por mais um tempo, a estrutura, a alimentação é excelente, gosto de todos no clube.

Sobre a sua passagem para o profissional: Fiquei nervoso nos primeiros treinamentos, mas o Alê me ajudou bastante, já conhecia ele, foi um bom contato e é um cara em que eu me espelho.