Série C: Guarani se defende de acusações da Portuguesa
O Bugre afirmou que tentou resolver os problemas apresentados no vestiário da Lusa e que invasão de camarote foi culpa de dirigentes lusitanos
diretoria do time de Campinas afirmou que ofereceu auxilio para minimizar o desconforto do adversário, que não teria aceitado a proposta.
Campinas, SP, 16 (AFI) – Após nota oficial publicada pela Portuguesa, reclamando da recepção do Guarani na partida da última segunda-feira, o Bugre se defendeu. A Lusa apontou a falta de energia no seu vestiário como descaso da diretoria do Bugre e citou uma tentativa de invasão ao camarote reservado à delegação lusitana no Brinco de Ouro. A diretoria do time de Campinas afirmou que ofereceu auxilio para minimizar o desconforto do adversário, que não teria aceitado a proposta.
Quanto ao problema do vestiário, o Guarani alegou que foram disponibilizados holofotes e um eletricista para resolver a situação. Na versão, a Lusa teria vetado a entrada do profissional no local. Também foi dito que os bugrinos disponibilizaram o vestiário normalmente utilizado pelo time sub-20, mas a equipe do técnico Estevam Soares optou por continuar no vestiário sem iluminação.
Para a tentativa de invasão do camarote destinado aos dirigentes da Portuguesa, o Bugre também apresentou outra versão, onde os cartolas da Lusa teriam provocado e arremessado objetos nos torcedores bugrinos, que apenas revidarem os disparos. Na súmula da partida, o árbitro Vinicius Gonçalves Araújo relatou o ocorrido.
O episódio pode render um julgamento no STJD para o Guarani, mas até agora não se tem nada marcado. O departamento jurídico da Lusa ainda estuda as medidas cabíveis a serem tomadas frente a situação. Se o caso for para a justiça, o Bugre corre o risco de perder mandos de campo e ser multado.





































































































































