Série C: Fabinho deve puxar fila da "faxina" e deixar Guarani nesta semana
As péssimas atuações do atacante e seu alto salário são os principais obstáculos para a permanência
Fabinho deve puxar a fila na reformulação pela qual o Bugre deve passar nos próximos dias, após o início decepcionante no Campeonato Brasileiro da Série C.
Campinas, SP, 08 (AFI) – O atacante Fabinho foi contratado para ser um dos pilares da recuperação do Guarani na temporada 2014. Depois de seis meses, porém, o ídolo bugrino acumula decepções. Fato que deve fazê-lo puxar a fila na reformulação pela qual o Bugre deve passar nos próximos dias, após o início decepcionante no Campeonato Brasileiro da Série C.
Criticado pela torcida pelas más atuações, desde o Paulista da Série A2, Fabinho virou um dos principais alvos da “faxina” por conta de seu alto salário. O camisa 11 recebia R$ 90 mil do Cruzeiro, mas aceitou diminuir seu salário para R$ 30 mil para retornar ao Bugre.
Apesar da redução considerável no salário, os valores recebidos pelo atacante ainda estão bem acima do teto estipulado pelo clube. Hoje, a maioria dos jogadores bugrinos recebem valores abaixo de R$ 10 mil e os maiores salários giram entre R$ 15 mil a R$ 20 mil.
Antes de chegar ao Estádio Brinco de Ouro, Fabinho não havia tido grande destaque. Ele foi revelado no Paulista, passando ainda por Bragantino, Olímpia, Canedense-GO,América-SP, Mirassol e Botafogo-SP, onde sequer era titular antes de se transferir ao Bugre.
Em 2009, Fabinho foi contratado para compor o elenco do então técnico bugrino, Vadão, no Brasileiro da Série B. Na época, ele chegou para ser opção no banco, já que os titulares do ataque eram Ricardo Xavier e Caíque. Aos poucos, porém, ganhou a vaga do último e tornou-se um dos ícones na campanha do acesso.
O atacante seguiu no Guarani até 2012, quando foi para o Cruzeiro – em 2010 chegou a ser emprestado à Portuguesa. Nestes três anos, acumulou sucessos e também decepções. Além do acesso na Série B de 2009, subiu no Paulista da Série A2 de 2011 e chegou ao vice paulista de 2012. Neste ano, porém, teve a péssima campanha na Série A2.





































































































































