Série C: Estevam reclama de foguetório no hotel e lamenta derrota da Portuguesa
Agora, a Portuguesa vai para a decisão no Canindé precisando reverter o saldo negativo do Serra Dourada
Para o treinador, este tipo de comportamento é “atrasado” e inaceitável nos dias de hoje. Ele afirmou que foram pelo menos “cinco repetições de explosões de fogos” até as cinco horas da manhã.
São Paulo, SP, 08 (AFI) – Na noite da última quarta-feira, as coisas não saíram como o planejado para Portuguesa. No jogo de ida das quartas de final da Série C do Campeonato Brasileiro, que vale o acesso para a segunda divisão nacional, o time foi derrotado por 1 a 0 para o Vila Nova. Em campo, o jogo foi bastante equilibrado e sem nenhuma influência da arbitragem. Mas na noite anterior à partida, a Lusa sofreu com a torcida do Vila, que armou um foguetório nos arredores do hotel em que a delegação estava hospedada.
O técnico Estevam Soares não apontou o fato como decisivo para o resultado, mas se mostrou chateado com a situação. Para o treinador, este tipo de comportamento é “atrasado” e inaceitável nos dias de hoje. Ele afirmou que foram pelo menos “cinco repetições de explosões de fogos” até as cinco horas da manhã.
“Querendo ou não, as ações da torcida antes do jogo prejudicaram o time. Acordaram o hotel inteiro. Isto é coisa de anos atrás, é uma atitude que não cabe mais no futebol moderno”, afirmou.
Ainda neste ano, a Portuguesa passou por problemas parecidos em outra oportunidade Em sua visita à Campinas, o time da capital paulista saiu do jogo contra o Guarani reclamando da péssima recepção oferecida pelo clube bugrino. Segundo relatos de jogadores e comissão técnica, faltou água e luz no vestiário e torcedores tentaram invadir um camarote destinado aos dirigentes lusitanos.
Em relação ao jogo, Estevam acredita que o time não tenha feito uma má partida, apesar de ter pecado bastante nas finalizações. A equipe lusitana teve boas chances de empatar a partida, mas parou duas vezes na trave.
“O jogo foi igual. No segundo tempo equilibramos o jogo, mas acabamos sofrendo um gol. É batido falar, mas não existe justiça no futebol”, lamentou o técnico.
Agora, uma vitória simples não basta para a Lusa subir. Além de fazer gols, o time tem que ficar esperto para não sofrer. Um empate com gols ou uma vitória da Portuguesa por um gol de diferença classificam o Vila Nova. Um novo 1 a 0, para o lado dos paulistas, leva a partida para os pênaltis. O jogo de volta, será realizado às 19 horas do próximo dia 17, no Estádio do Canindé, em São Paulo.





































































































































