Série C: Diretor espera aval de Pintado e Sena para anunciar dispensas o Guarani
Neste final de semana, o ano acabou para o Bugre, que venceu o Caxias na última rodada mas não conseguiu terminar a primeira fase dentro do G4
O gerente de futebol do Bugre, Waldir Lins, confirmou que alguns nomes devem deixar a equipe campineira, enquanto outros podem permanecer em Campinas.
Campinas, SP, 28 (AFI) – O Guarani não vai mais jogar nesta temporada depois de domingo ter sido eliminado da disputa pelo título do Campeonato Brasileiro da Série C. Lamentando bastante o falto de cair fora apenas pelo saldo de gols, a direção do clube já identificou os problemas que atrapalharam a campanha e já planejam a temporada 2016 de forma diferente. Será o quarto ano consecutivo que o time irá disputar a Série C, equivalente à terceira divisão nacional. Waldir Lins, gerente de futebol, do clube, confirmou que alguns nomes devem deixar a equipe campineira, enquanto outros podem permanecer em Campinas.
”Eu tenho alguns nomes, que tem perfil de série A2, que tem perfil de série C. Estudaremos a possibilidade para que estes continuem no grupo. Mas temos sete questões pontuais, que são os jogadores que ganham salários mais altos.”, afirmou
O gestor também comentou que apesar de ter sua própria lista de dispensa, só tomará decisões com o aval do presidente Horley Sena e do técnico Pintado. O que atrapalhou, segundo os dirigentes, foi um ambiente “mais sadio” no início da competição, quando o clube enfrentava problemas judiciais, com o leilão do estádio Brinco de Ouro para quitar dívidas trabalhistas, e a falta de salários para jogadores e funcionários.
Debaixo destes problemas passaram dois técnicos: Ademir Fonseca e Paulo Roberto Santos. E também há de se considerar os erros de contratação feitas, principalmente, na gestão de Lucas Andrino, antigo responsável pelo futebol.
PÓS-PINTADO
Na reta final, então sob o comando do técnico Pintado e com a “casa em ordem”, com salários pagos e as negociações do leilão encaminhadas, o time subiu na tabela. Foram disputados 15 pontos e conquistados 13. Após a 18.ª rodada, o time campineiro somou 29 pontos, igual a Juventude e Brasil, porém, com menor saldo de gols. O Brasil, que ficou com a quarta vaga fez 10, contra 9 do Juventude e seis do Guarani.
“Tudo que vivenciamos serve como lição para o futuro. E vejo um futuro bem mais positivo para o clube em 2016”, resumiu Waldir Lins, que assumiu o cargo no meio da competição. Ele lamentou que na última rodada, o Tupi, em Juiz de Fora (MG) tenha facilitado o jogo para o Brasil, perdendo por 2 a 0. “Eles tinham um jogador a mais, porém, ficaram tocando bola de um lado para o outro. Foi algo legal, porém imoral. E o futebol cobra lá na frente”, resumiu.
Tanto diretoria como comissão técnica se reuniram duas vezes nesta segunda-feira para resumir a temporada e começar, desde já planejar a próxima. É certo que as condições serão melhores e restará diminuir ou zerar os erros cometidos.





































































































































