Série C: De olho nas quartas, jogadores de Remo e Paysandu projetam Clássico Re-Pa

No domingo, às 18h, dupla paraense se encontra no Mangueirão, em Belém (PA), para a última rodada da primeira fase

No domingo, às 18h, dupla paraense se encontra no Mangueirão, em Belém (PA), para a última rodada da primeira fase

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Belém, PA, 23 (AFI) – De olho nas quartas de final, Paysandu e Remo fazem, no próximo domingo, 25, um dos mais importante Re-Pa de todos os tempos. Às 18h, os times nortistas se encontram no Mangueirão, em Belém (PA), pela última rodada da primeira fase do Campeonato Brasileiro da Série C.

No momento, os dois paraenses estão na zona de classificação para o mata-mata da Série C. O Paysandu está na vice-liderança do Grupo B, com 27 pontos, um abaixo do Juventude, enquanto o Remo aparece em terceiro, com 26, um à frente de Ypiranga, Volta Redonda e São José.

“É um jogo decisivo, que vale classificação para o mata-mata do acesso, é um clássico. As duas equipes estão muito concentradas. É um jogo que vale muito, não só a classificação mas em relação a autoestima, confiança para chegar bem no jogo do acesso”, contou o volante azulino Yuri, que ainda foi sincero e disse que não terá como não pensar nas demais partidas.

Foto: Samara Miranda/Ascom Remo

Foto: Samara Miranda/Ascom Remo

“É inevitável não pensar nisso, mas o melhor resultado é o nosso. Temos que entrar concentrados na nossa partida e fazer a nossa parte. É um momento especial na carreira do atleta poder atuar em um jogo valendo classificação e após isso um acesso. Ainda mais em um clube tão grande como é o Remo, que não disputa a Série B já faz alguns anos”, completou.

“Quando recebi a oportunidade de vir para o Paysandu, botei na cabeça que era para subir o Paysandu. Estamos numa semana decisiva, temos que estar bem preparado, focados. Será um jogo difícil, disputado”, rebateu o goleiro bicolor Mota, que relembrou os momentos delicados que já enfrentou.

“Saí de casa com 17 anos para o Rio de Janeiro com a esperança de ser um jogador de futebol e consegui. Agora preciso continuar tendo confiança e trabalho. Consegui estar no Paysandu e tive críticas. ‘Tira o Mota’, falavam.. Com foco e com fé, trabalhei para que a torcida esteja 100%”, encerrou.