Série C: Após ameaça de boicote, Guarani cancela intertemporada em Elói Mendes
Bugre divulgou que houve um “conflito de datas” e o CT Urubola estaria ocupado até terça-feira
Bugre divulgou que houve um “conflito de datas” e o CT Urubola estaria ocupado até terça-feira
Campinas, SP, 01 (AFI) – Conforme o Portal FI havia noticiado na sexta-feira, a ameaça de boicote do elenco fez o Guarani cancelar a intertemporada em Elói Mendes, no interior mineiro. Com os salários atrasados, os jogadores disseram que não viajariam caso a situação não fosse regularizada antes do embarque. Coincidentemente, nesta terça, o clube confirmou que permanecerá em Campinas.
O fato curioso é que o Bugre, através de sua assessoria de comunicação, usou outra alegação para anunciar o cancelamento da intertemporada. De acordo com o clube, houve um “conflito de datas” e o CT Urubola só estaria disponível a partir da próxima terça-feira.
Na semana passada, em declaração ao repórter Washington Mello, da Rádio Central, o técnico Evaristo Piza confirmou que a diretoria bugrina havia prometido os salários até o dia 20. Na sexta, os jogadores lhe informaram que não receberam e ameaçaram não viajar.
Os problemas financeiros continuam atormentando o Guarani. A ponta da atual diretoria iniciar uma reformulação fora de hora. Primeiro, foram sete dispensas no elenco: o goleiro Juliano, o lateral-direito Bruno Oliveira, o zagueiro Pedro Vítor, o volante Wélker, os atacantes Flávio, Neto e Tutinha.
A diretoria foi forçada até a se desfazer de um de seus principais jogadores. O atacante Fabinho recebia cerca de R$ 30 mil, o que onerava a folha salarial bugrina. Agora, conforme adiantou o presidente Álvaro Negrão, o time deve apostar em jogadores da base e reforços com salários pagos por terceiros, caso dos colombianos Castro e Obregón.
No final de semana, mais duas baixas. O gerente de futebol Leandro Spínola e o preparador de goleiros Douglas deixaram o Guarani. O clube argumentou que ambos saíram em comum acordo. No entanto, além das dificuldades financeiras, os problemas de relacionamento com o superintendente de futebol Walter Gama teria sido determinante.





































































































































