Série B: Rondinelly admite que assunto "terceirização" entrou no vestiário do Guarani
O elenco bugrino conta com jogadores das empresas que estão "brigando" pela terceirização do futebol
O elenco bugrino conta com jogadores das empresas que estão "brigando" pela terceirização do futebol
Campinas, SP, 30 (AFI) – A diretoria bem que tentou, mas não conseguiu blindar o elenco do Guarani em relação a questão da possível terceirização no futebol do clube a partir da próxima temporada. Nesta terça-feira, o meia Rondinelly revelou que o assunto chegou até os jogadores.
“”É um assunto muito delicado. Sendo bem sincero, essas coisas chegam aos poucos no ouvido dos atletas, no vestiário. É cada um assumir a sua responsabilidade, a sua parcela de culpa. Não é o momento de buscar o porque, o fato é que no momento que a gente poderia crescer não conseguimos”, afirmou Rondinelly.

E não tinha como ser diferente. Isso porque o elenco bugrino conta com jogadores das empresas que estão “brigando” pela terceirização do futebol. O primeiro grupo é liderado por Roberto Graziano através da Magnum/ASA Alumínios e o outro por Nenê Zini com Elenko Sports/Traffic e Dunkirk.
As duas propostas serão apresentadas – a de Roberto Graziano nesta terça e a de Nenê Zini na quarta – aos conselheiros em assembleias extraordinárias no salão social do Brinco de Ouro da Princesa. O escolhido vai ser conhecido no dia 26 de novembro.
CONFIRA AS DUAS PROPOSTAS
MAGNUM (Roberto Graziano) e ASA Alumínios (Felício Bragante)
– Duração de cinco anos, com possibilidade de renovação
– O Guarani receberia R$ 20 milhões para o pagamento de dívidas trabalhistas e ficaria com 10% dos recursos arrecadados durante esse período
– A representação com federações, confederações e entidades do futebol continuaria com o Guarani
– A parceria seria a responsável pela palavra final em contratações, vendas e dispensas de jogadores
– A parceria assumiria o futebol profissional, semiprofissional e amador, além de ter participação no estádio, setor comercial e parte administrativa. Ou seja, o Guarani teria poder absoluto apenas na área social
NENÊ ZINI (Elenko Sports, Dunkirk e Traffic)
– A parceria ficaria com 70% dos recursos arrecadados e o Guarani com 30%
– A parceria seria responsável apenas pela gestão do futebol profissional e amador. O Guarani teria a autonomia para cuidar das outras áreas
– O Guarani tem o poder de vetar contratações, vendas e dispensas
– Quadro de funcionários – dirigentes e treinador – não sofreria alterações
– Parceria teria duração de cinco a 15 anos





































































































































