Série B: Portuguesa entra em campo e diretor jurídico promete entregar o cargo
Presidente Ilídio Ilico decidiu desprezar liminar de torcedor que garante a Lusa no Brasileirão
Mesmo com uma liminar favorável para disputar a Série A, a Portuguesa decidiu entrar em campo na noite desta sexta-feira contra o Joinville na abertura da Série B do Campeonato Brasileiro.
JOinville, SC, 18 (AFI) – Mesmo com uma liminar favorável para disputar a Série A, a Portuguesa decidiu entrar em campo na noite desta sexta-feira contra o Joinville na abertura da Série B do Campeonato Brasileiro. A informação foi confirmada pelos jogadores na chegada à Arena Joinville, em Santa Catarina. O técnico Argel Fucks não quis comentar a decisão tomada pelo presidente Ilídio ILico e que provocou a promessa de renúncia do cargo do diretor jurídico Orlando Cordeiro de Barros.
Orlando Barros contra a decisão de Ilídio LicoFaltando duas horas para a partida, por volta das 17h30, o presidente da Portuguesa, Ilídio Lico, ainda aguardava uma manifestação oficial da CBF e também pretendia consultar outros dirigentes do clube.
“Quero consultar os outros poderes do clube para não tomar a decisão sozinho. Deveremos ter uma definição dentro de uma hora”, disse o dirigente à reportagem. A tendência é que o time entre em campo para se resguardar de eventuais punições.
TORCEDOR NA BRIGA
Na última quinta-feira, a diretoria da Portuguesa descobriu que o torcedor Renato Britto de Azevedo obteve liminar na 3ª Vara Cível do Foro Regional da Penha, em São Paulo, devolvendo os quatro pontos que a Portuguesa perdeu no julgamento do STJD no final do ano passado pela escalação irregular do meia Héverton.
Com a decisão da juíza Adaísa Bernardi Isaac Halpern, a Lusa está provisoriamente na Série A. A CBF chegou a pedir reconsideração, mas o pedido foi negado pela juíza.
Na semana passada, a CBF conseguiu cassar a liminar que a própria Portuguesa havia conseguido em São Paulo. Além disso, o Superior Tribunal de Justiça definiu o Rio de Janeiro como único foro competente para julgar as ações relacionadas ao “caso Lusa”.





































































































































