Série B: Jogador do Guarani é preso ao tentar renovar RG
Lateral de 28 anos estava no Poupa Tempo para atalizar seus registros, quando foi informado do mandato de prisão
Lateral de 28 anos estava no Poupa Tempo para estender o seu vínculo com o Bugre, quando foi informado do mandato de prisão
Campinas, SP, 02 (AFI) – Titular do Guarani na campanha do acesso no Campeonato Brasileiro da Série C e ainda integrado ao elenco principal comandado pelo técnico Oswaldo Alvarez, o lateral-esquerdo Gilton foi preso na tarde desta sexta-feira, em Campinas, por estar com R$ 21 mil de pensão alimentícia atrasada. A prisão aconteceu na sede do Poupa Tempo, no centro da cidade, no momento em que o jogador tentava renovar o seu RG (Registro Geral do Cidadão).
O jogador recebeu o decreto prisional da 3ª Vara de Família do Foro de Santo Amaro, na capital paulista e está detido na Cadeia anexa do 2º Distrito Policial de Campinas, onde passou a noite.
O Guarani se prontificou a ajudar o lateral, dando total apoio. O presidente Palmeron Mendes declarou que este fato em nada irá atrapalhar a participação do mesmo no elenco bugrino.

HISTÓRICO
Com 28 anos, Gilton Ribeiro está no Guarani desde 2016, quando foi contratado junto ao Ventforet Kofu (JAP).
Depois de brigar pela posição de titular com Denis Neves durante o Campeonato Paulista da Série A2 deste ano, acabou perdendo a posição, ao se lesionar, para o jovem Salomão , cria das categorias de base do Bugre, que estará no onze inicial diante do Vila Nova (GO), neste sábado, às 16h30, em Goiânia.
Como está se recuperando de lesão, o lateral sequer viajou com o restante do elenco para a capital goiana.
CASOS SÃO COMUNS
As prisões por falta de pagamento da pensão alimentícia não são raras no futebol brasileiro. Jogadores famosos, como o ex-atacante Edílson, o ex-volante Zé Elias e o ex-zagueiro Fábio Bilica todos com passagens pela Seleção Brasileira, enfrentaram o mesmo drama.
Outro caso que ficou famoso envolveu Romário, atual Senador da República. ele foi acionado pela primeira mulher, de nome Mônica, e também teve que se defender nos tribunais.
Na maioria das vezes por falta de conhecimento da lei ou falta de orientação. Afinal de contas, quando param de jogar também deixam de receber salários milionários e, portanto, precisam pedir judicialmente uma revisão da pensão alimentícia. Os valores iniciais, quase sempre, ficam inviáveis de serem pagos.





































































































































